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Por Jaime Solares Quatro volumes de tijolo aparente implantados a partir de duas relações causais: a primeira, imediata, dos objetos organizados ora paralela ora perpendicularmente aos limites do terreno; e a segunda, deles entre si, construindouma praça que orienta os vazios entre os edifícios e indica percursos a partir de um encontro axial quase concêntrico. No vazio principal, desembocadura das entradas do complexo, uma torre de água de composição tripartida: a base prismática de base quadrada, o fuste cilíndrico – ambos em alvenaria aparente–, e o capitel também cilíndrico, porém já não como um volume cheio mas como uma superfície translúcida, coroando a escada metálica azul que serpenteia a torre. O primeiro volume é o edifício administrativo, longilíneo, que marca a entrada principal, na porção mais estreita do terreno irregular com um semicilindro de um pavimento de altura, sobre o qual se abre um terraço com escorregador, escadaria e piso amarelo. Na ponta oposta, um portal de concreto aparente suporta duas tesouras de madeira, abrindo-se para o complexo. Veja mais Veja a descrição completa
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