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O edifício, que já passou por outras reformas, era marcado por seu forro de gesso que configurava um pé-direito baixo e seus grandes pilares. Durante o projeto, os pilares foram descascados até seus limites e os forros demolidos, assim como o telhado na parte posterior. Desta forma se inicia a obra que reúne as mais diferentes referências apresentadas pelo cliente para criar um ambiente harmônico, mas com identidade própria, que traduzisse a linguagem da marca de mobiliários em arquitetura. A fachada é composta por painéis negros executados através da técnica japonesa do shou-sugi-ban, que consiste em queimar a superfície da madeira até o ponto de carbonização. A sobriedade do material é quebrada pelas aberturas de engrenagens e polias que assumem formas distintas e revelam cores vivas na parte oposta dos painéis. Veja mais Veja a descrição completa
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