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Num terreno muito pequeno (163,5 m²) e limitado por três empenas converge um amplo espectro de riqueza patrimonial. Por um lado no plano horizontal os restos arqueológicos subjacentes de uma estrutura pretérita de poços ibéricos que se superpõe a um sistema de aquedutos romanos. Por outro lado, no plano vertical havia os elementos emergentes de uma torre medieval do sistema fortificado da cidade, assim como restos da muralha romana. Por último, a estrutura de muros de carga de um edifício que sofreu os estragos do terremoto de Lisboa de 1755 ainda permanecia em pé. Sob estas premissas buscamos reabilitar um espaço que pegava cada um desses elementos históricos e fossem costurados numa arquitetura limpa, sóbria e simples, uma arquitetura que conterá o patrimônio. O projeto construído será um percurso entre os vestígios que o passado deixou, para gerar um espaço com novos usos: no pavimento superior o uso de Arquivo e na inferior uma sala expositiva. Veja mais Veja a descrição completa
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