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O projeto tenta adaptar, ou melhor, servir-se das pedras disponíveis para construir um novo edifício. Trata-se de uma nova construção, onde intervêm vários depoimentos (uns já registados, outros a construir) e não da reconstrução do edifício na sua forma original. Para o projeto as ruínas são mais importantes que o "Convento", já que são material disponível, aberto, manipulável, tal como o edifício o foi durante a história. Não pretendemos com essa atitude construir uma excepção, procurando a originalidade do manifesto, mas sim cumprir uma regra de arquitetura, quase sempre constante ao longo do tempo. Durante o projeto o "desenho" tentou encontrar a lucidez entre forma e programa.Perante duas hipóteses, optamos por recusar a consolidação pura e simples da ruína para uso contemplativo, apostando por injetar materiais, usos, formas e funções "entre les choses" como dizia Corbusier. O "pitoresco" é uma fatalidade que acontece e não a vontade de um programa. Veja mais Veja a descrição completa
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