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Para o mais recente Kinoya, o designer de interiores Jean de Lessard aproveitou suas pesquisas para emular no seu projeto o espírito primário: a função e estética do izakaya [2], um lugar originalmente informal onde as pessoas bebiam cerveja e saquê. A transformação é particularmente incomum, explorada através de um desenho intimista, baseado nas relações entre as pessoas, o que faz do Kinoya uma verdadeira representação da abordagem particular que o designer costuma criar ao desenvolver diferentes maneiras de ocupar um espaço. A noção de confinamento é encenado com simplicidade utilizando a geometria fractal e a linha quebrada: uma caixa a qual sua forma lembra uma cobra em movimento, agora preenche o interior da caixa preta do Kinoya anterior, onde só sobraram os padrões florais. A caixa cria uma ruptura entre o conhecido/previsível (o mundo exterior, a abertura) e desconhecido/imprevisível (interior caótico fechado, cheio de cantos e recantos). "Um espaço que se torna evento ou emoção, deve gerar a sua própria energia. Veja mais Veja a descrição completa
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