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O projeto situa-se num setor incipiente dos pampas agrícolas em processo de transformação, produto de crescimento econômico que experimentou a Argentina nos últimos anos e a ilusão de abandonar o caos da cidade. Ali, um novo empreendimento urbano parece replicar um esquema predominante de aproveitamento e produtividade do solo: um imperativo de racionalidade de cálculos e máximos benefícios no rendimento da terra. São urbanidades que deslocaram os cultivos dando lugar a bairros sem espaços públicos. Não há calçadas com árvores e sombras, somente estradas internas e serviços mínimos. Paradoxalmente, estes parâmetros da planície argentina parecem editar uma colonização do pampa. Mais de um século atrás, através das estações ferroviárias a cada quatro léguas, a imensidão da planície foi povoada. Nestas colônias os novos colonos tiveram que enfrentar a imensidão vazia e o medo da escuridão e a distância à noite. Veja mais Veja a descrição completa
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