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O terreno deste projeto é bastante sombrio, rodeado por casas vizinhas com pouco espaço disponível entre elas. Os arquitetos queriam fazer deste lugar algo parecido a uma imagem monocromática, inserindo uma pequena casa branca rodeada de montanhas. Um ponto fraco deste terreno afundado 2 metros é que este fato levou a criação de um espaço profundo entre a entrada e o edifício. Uma pequena cobertura deste edifício conectada numa altura similar com a rua anexa, cruza esse espaço horizontalmente e verticalmente, e portanto proporciona visões mais variadas. Além disto, o granito que surgiu na demolição do antigo edifício, está localizado num pequeno espaço para a água e pretende contectar com a terra, aqui utilizada como é, e o som da água caindo do cano de bambu preenche o espaço profundo. O interior é caracterizado por móveis de madeira de bambu e uma grande janela que pede emprestada a paisagem exterior, bem como a incorporação de elementos tradicionais da cultura coreana, como pequenas mesas chamadas "so ban", que estão espalhadas no espaço como uma folha de lótus flutuante, e o delicado papel feito à mão chamado Hanji. Veja mais Veja a descrição completa
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