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Um passeio virtual pela Case Study House #26 de Beverley David Thorne

A maior surpresa neste modelo Archilogic é o espectro de cores. Quem já visitou a Case Study House #26 em San Rafael, Califórnia, em algum momento nos últimos 40 anos, está familiarizado com a clássica estrutura branca de aço da edificação, mas o arquiteto, Beverley David Thorne, tinha originalmente escolhido um esquema de cores muito diferente: dourado para o aço, vermelho e outras cores mais vivas para os interiores. "A escolha de cores externas", escreveu Thorne na revista Arts & Architecture ", foi ditado pelo clima e pelo carácter da paisagem circundante." Este modelo Archilogic recria as condições originais de 1963, até as cores da parede do dormitório e os azulejos.

"Fancy Fence": sistema de portões retráteis verticais

Este novo sistema de portões usa o mesmo mecanismo de um tradicional portão deslizante, porém, em vez de operar horizontalmente, ele movimenta verticalmente o portão para debaixo do solo, fazendo-o desaparecer completamente em menos de cinco segundos. O sistema Fancy Fence foi criado para melhorar a acessibilidade e a estética, eliminando qualquer elemento horizontal, e pode ser instalado em diversas configurações.

Pesquisadores da Universidade de Michigan aprimoram painéis solares utilizando a antiga arte japonesa do Kirigami

A energia solar é considerada por muitos como o futuro da eletricidade mundial. Cidades como Houston e Mumbai estão adotando a incorporação de infraestruturas solares em coberturas de edifícios e também em zonas rurais, sistemas que em sua maioria estão padronizados e compostos por painéis fixos dispostos de forma que otimize a absorção do sol nos horários de pico. Somente os painéis mais sofisticados são ajustáveis e acompanham o sol ao longo do dia e, são capazes de absorver a máxima quantidade de luz permitida pela tecnologia, o que significa que metade do painel do edifício perde uma quantidade significativa da energia disponível.

Material em foco: A Grande Muralha da Austrália por Luigi Rosselli

Este artigo é parte da nossa nova série "Material em Foco", onde os arquitetos compartilham conosco o processo de criação através da escolha de materiais que definem parte importante da construção de seus projetos.

Princípios para projetar espaços de trabalhos colaborativos

As pessoas estão sempre trabalhando em equipe, no entanto, nem sempre existe cooperação entre elas. Para entender melhor o que significa a colaboração no âmbito profissional, a Herman Miller realizou uma pesquisa de opinião com 15 empresas (todas classificadas como altamente colaborativas) nos Estados Unidos, Reino Unido, Índia e Austrália.
No total, 2.900 funcionários foram entrevistados e observados durante 700 horas. Os resultados indicaram que o "tipo de colaboração" varia e depende muito da cultura da empresa, da tecnologia disponível e da configuração do espaço de trabalho. Oferecer uma variedade de espaços com finalidades específicas, possibilitar que os funcionários possam observar uns aos outros enquanto estão trabalhando, e melhorar os espaços de convivência nos quais todos os membros de uma equipe se encontram pode ajudar muito nesse sentido.

Tobogã de vidro é inaugurado em arranha-céu de Los Angeles

Encontrados em lugares tão diversos como o Zhangjiajie Grand Canyon, a Willis Tower e o Tokyo Skytree, mirantes com piso de vidro se tornaram uma maravilha da engenharia para aqueles que buscam um pouco de adrenalina. Recentemente, a U.S. Bank Tower, no centro de Los Angeles, elevou a aposta em estruturas de vidro ao construir um escorregador transparente na fachada de seu edifício sede. Indo de uma janela no 70° andar a um terraço no 69°, a nova atração abriu ao público no final de junho, oferecendo aos mais ávidos por adrenalina uma vista panorâmica única da cidade.

Vídeo: Christo explica a inspiração por trás de "Floating Piers"

“São projetos que não podem ser comprados, não podem ser adquiridos, não podem ser possuídos, mantidos; são projetos em total liberdade. Ninguém pode adquiri-los, porque se você adquire algo, esta coisa não é mais livre." - Christo. 

12 regras da Herman Miller sobre como projetar

Neste post, originalmente publicado na Metropolis, Vanessa Quirk, que já trabalhou no ArchDaily como diretora editorial, explora as expectativas do cliente e como o arquiteto Nicholas Grimshaw lidou com elas - em ambas as concepções: edifício ou livro.

Não é comum um cliente afirmar que seu objetivo é "construir um edifício indeterminado", mas foi assim que Max De Pree, o filho do fundador da Herman Miller, D.J. De Pree, expressou os seus anseios para a nova fábrica da empresa, em 1975. Seguindo as ideais de designers como Charles e Ray Eames e Alexander Girard, De Pree compilou uma longa lista de diretrizes filosóficas para o projeto, as quais ele reuniu e nomeou com o lacônico título: "Uma Declaração de Expectativas".

Guia Arauco: Como projetar e construir uma cozinha corretamente?

Antes de começar a projetar, o mais importante é entender como a cozinha será utilizada. Este é o enfoque básico que qualquer arquiteto deve ter, ou seja, compreender que a cozinha é um local que precisa ser muito bem planejado, levando em consideração que este espaço possui fluxos e distintas áreas de trabalho. Isso precisa ser levado em conta desde o início do projeto.

Deixe o edifício "respirar" com este novo sistema de fachadas pneumáticas

Você já viu algum edifício que respira através de milhares de poros? Isso pode se tornar realidade graças ao projeto Breathing Skins de Tobias Becker. Baseada na ideia de biomimese, a tecnologia é inspirada em peles orgânicas que ajustam sua permeabilidade para controlar a iluminação e temperatura interna e externa. Além desses benefícios de desempenho, a aparência em constante mudança dessas fachadas proporcionam uma rica interação entre o ambiente externo natural e os espaços internos habitáveis.

"Floating Piers" de Christo e Jeanne-Claude permite que os visitantes "caminhem sobre a água"

Inaugurado na semana passada e aberto ao público por apenas dezesseis dias, The Floating Piers, a mais recente obra de Christo e Jeanne-Claude, se baseia em uma ideia desenvolvida originalmente em 1970 e permite que os visitantes do Lago Iseo, na Itália, "caminhem sobre a água". Construída com 100 mil metros quadrados de tecido amarelo reluzente, sustentados por um sistema modular flutuante composto por 200 mil cubos de polietileno de alta densidade, a instalação - que está ligeiramente acima do nível da água - ondula com o movimento do lago.

Simón Vélez na Bienal de Veneza 2016: 'O bambu não é um material para pobres ou ricos, é para os seres humanos'

Convidado por Alejandro Aravena, o arquiteto colombiano Simón Vélez viajou a Veneza para fazer parte da Mostra Coletiva "Reporting from the Front", composta por 88 participantes de mais de 30 países. Sua exibição apresenta o trabalho realizada em Guadua durante os últimos 10 anos, utilizando maquetes, fotografias e uma instalação que expõe no local sua exploração com o material.

Protótipo de abrigo temporário projetado por Shigeru Ban é construído no Equador

Segundo informações de Handel Guayasamín, Presidente do Colegio de Arquitectos del Ecuador – Província de Pichincha, foi concluída em Quito a construção do primeiro protótipo de abrigo temporário projetado por Shigeru Ban.

Pesquisadores do RMIT desenvolvem tijolo feito com bitucas de cigarro

O lixo de alguns é o material construtivo de outros. Pesquisadores do Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT University)  desenvolveram uma técnica para fazer tijolos a partir de uma dos descartes mais comuns do mundo: bitucas de cigarro. Liderada pelo Dr. Abbas Mohajerani, a equipe descobriu que produzir tijolos de argila com apenas 1 porcento de sua massa oriunda de bitucas de cigarro poderia equilibrar a poluição causada pela produção anual de cigarros e, ao mesmo tempo,  produzir tijolos mais leves e eficientes. 

Sistema modular de muros verdes gera eletricidade a partir de musgos

A estudante do IAAC (Institute for Advanced Architecture of Catalonia), Elena Mitrofanova, em parceria com o bioquímico Paolo Bombelli, criou uma proposta para um sistema de fachada que utiliza o poder gerador de eletricidade natural das plantas. Ele consiste em uma série de "tijolos" modulares ocos de argila que contém musgos. O sistema emprega os recentes avanços científicos no campo biofotovoltaico (BPV) que Mitrofanova explica que "seria mais barato para produzir, auto-reparadora, auto-replicante, biodegradável e muito mais sustentável" que a energia fotovoltaica padrão.

Conheça o piso feito com pneus reciclados

A reciclagem de pneus para confecção de pisos é uma solução sustentável que colabora com o descarte correto da borracha, que, quando descartada e inutilizada, demora cerca de 600 anos para se decompor na natureza. Pior do que despejá-lo é queimá-lo, pois nesse caso o produto libera uma fumaça com diversos poluentes, como carbono e enxofre e além de poluir o ar, quando este resíduo é descartado em rios dificulta até o fluxo da água. Uma das alternativas propostas para o aproveitamento do material é a transformação de sua matéria-prima – a borracha – em piso.

Material em Foco: Casa OE por Fake Industries Architectural Agonism + Aixopluc

Este artigo é parte da nossa nova série "Material em Foco", onde os arquitetos compartilham conosco o processo de criação através da escolha de materiais que definem parte importante da construção de seus projetos.

Madeira translúcida? Conheça o novo material desenvolvido pelo KTH

Um grupo de pesquisadores do KTH Royal Institute of Technology de Estocolmo, desenvolveu recentemente o Optically Transparent Wood (TW), um novo material que impactará significantemente o tipo de madeira com o qual pensamos nossos projetos de arquitetura. Publicado na revista da American Chemical Society -Biomacromolecules-, trata-se de um processo que elimina quimicamente a Lignina da madeira, transformando sua coloração natural numa tonalidade branca. O substrato poroso resultante é impregnado com um polímero transparente, igualando as propriedades ópticas de ambos.