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Brutalista: O mais recente de arquitetura e notícia

10 obras icônicas do brutalismo na América Latina

via Usuário Flickr: Renovación República CC BY 2.0
via Usuário Flickr: Renovación República CC BY 2.0

Este artigo foi originalmente publicado por KatariMag. Leia outros artigos aqui e siga seu Instagram.

A arquitetura brutalista responde a um momento histórico. Terminava a Segunda Guerra Mundial e das cinzas surge uma nova forma de Estado, junto com um nova ordem global que vai incluir, com maior protagonismo, a Estados periféricos. A arquitetura brutalista nasce como resposta a ideias de estados benfeitores, estados robustos que vão sustentar e dirigir a nova sociedade de massas. Como disse o crítico Michael Lewis "o brutalismo é a expressão vernacular do estado benfeitor".

Curta-metragem celebra o brutalismo soviético da Ucrânia

Com a queda da Cortina de Ferro em 1991 não vieram apenas implicações políticas, econômicas e sociais - também deixou-se para trás um distinto estilo arquitetônico. Essa arquitetura, sob o regime soviético, era um sistema que se baseava em metas quantificáveis, como o Plano de Cinco Anos. Essas cotas forçaram os arquitetos a avaliar os projetos de construção em termos de custos materiais e humanos, número de unidades, volume de mão-de-obra qualificada e não-especializada e assim por diante. Como resultado, nos países soviéticos a arquitetura se tornou uma mercadoria industrial, um reflexo do poder e inovação tecnológica e, em última instância, um grupo profissional e um campo disciplinar trabalhando a serviço de uma mesma visão. 

MoMA abre exposição sobre a arquitetura soviética da Iugoslávia

O MoMA - Museum of Modern Art abrirá uma nova exposição que explora a arquitetura da antiga Iugoslávia. Toward a Concrete Utopia: Architecture in Yugoslavia, 1948–1980 [Por uma utopia concreta: Arquitetura na Iugoslávia, 1948-1980], será a primeira exposição nos Estados Unidos a celebrar a arquitetura peculiar daquela que foi uma das maiores nações socialistas.

Mais de 400 desenhos, modelos, fotografias e rolos de filme selecionados a partir de uma série de arquivos municipais, coleções familiares e museus em toda a região serão apresentados pela primeira vez a um público internacional. Toward a Concrete Utopia contará com obras de muitos dos principais arquitetos da Iugoslávia e explorará "a urbanização em grande escala, a experimentação tecnológica e sua aplicação na vida cotidiana, o consumismo, os monumentos e a memorialização e o alcance global da arquitetura iugoslava".

Svetlana Kana Radević. Hotel Podgorica. 1964–67. Podgorica, Montenegro. Vista exterior das varandas. Foto: Valentin Jeck, encomendado pelo MoMA em 2016 odrag Živković e Đorđe Zloković. Monumento à Batalha dos Sutjeska. 1965-71, Tjentište, Bósnia e Herzegovina. Foto: Valentin Jeck, encomendado pelo MoMA em 2016  Vjenceslav Richter. Pavilhão da Iugoslávia na Expo 58. 1958. Bruxelas, Bélgica. Archive of Yugoslavia Andrija Mutnjaković. Biblioteca Nacional e Universitária do Kosovo. 1971-82. Prishtina, Kosovo. Vista exterior. Foto: Valentin Jeck, encomendado pelo MoMA em 2016 + 15

"Utopia": Série fotográfica registra a arquitetura brutalista de Londres

O Studio Esinam, em colaboração com o fotógrafo britânico Rory Gardiner, divulgou a "Utopia", uma série fotográfica que registra e homenageia a arquitetura brutalista de Londres. 

Fotografada no início deste ano, a série captura alguns dos maiores exemplos do brutalismo londrino, como por exemplo o Barbican Estate, o Royal National Theatre, a Hayward Gallery, a Trellick Tower e o projeto  Robin Hood Gardens.

© Studio Esinam / Rory Gardiner © Studio Esinam / Rory Gardiner © Studio Esinam / Rory Gardiner © Studio Esinam / Rory Gardiner + 21

Brutalismo de A a Z

Jonathan Meades, do jornal The Guardian, elegeu os ícones do Brutalismo em uma provocante lista de A a Z que vai de Hans Asplund, que cunhou o termo "nybrutalism", à fascinação californiana nos anos 1960 com ornamentos em estilo Zapoteco. Veja a lista completa e descubra por que a cidade de Quebec, o arquiteto iugoslavo Janko Konstantinov e o dinamarquês Jørn Utzon estão na lista.