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Arte: O mais recente de arquitetura e notícia

III Congresso Nacional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural - CICOP Brasil 2021

O III Congresso Nacional para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural - CICOP Brasil 2021, é organizado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo do Instituto Federal São Paulo- IFSP, Campus São Paulo, e pelo Departamento de História da Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP, tendo como tema “Patrimônio cultural: fragmentos, somas, construções e distopias”.
O evento será totalmente gratuito e acontecerá em sua totalidade em ambiente virtual, entre os dias 09 e 12 de novembro de 2021.

A Comissão Organizadora do CICOP Brasil 2021 tem o prazer de convidar toda a comunidade interessada para participar por meio de submissão de artigos e solicita

Arquitetura como síntese: o diálogo entre projeto e arte no modernismo

A alusão da síntese entre arte e arquitetura, embora remonte à origem da disciplina, alcança, nas vanguardas artísticas do início do século XX, significado e função social diferentes, constituindo uma das características mais marcantes do Movimento Moderno. Uma integração presente nas obras de grandes nomes do movimento como Mies van der Rohe, Le Cobusier, Oscar Niemeyer, para citar alguns.

Palácio da Alvorada nas lentes de Joana França. © Joana FrançaClássicos da Arquitetura: Ministério de Educação e Saúde / Lucio Costa e equipe. © Marina de HolandaJardins Palácio Gustavo Capanema. © Flickr jcoarq. Used under Creative CommonsDinamismo e contraste: o campus da UNAM pelas lentes de Yueqi “Jazzy” Li. © Yueqi "Jazzy" Li+ 8

"Fazemos uma psicanálise do espaço": entrevista com Ila Bêka e Louise Lemoine

Poucos campos da cultura e das artes apresentam tantos pontos de contato com a arquitetura como o cinema. A constatação não é nova e vem sendo debatida no plano teórico por autores de ambas as áreas desde o início do século XX. Em relação à prática, a arquitetura vem buscando incorporar aspectos imateriais do cinema na mesma medida em que este tem servido como meio de discussão, representação e denúncia de temas pertinentes àquela e ao espaço urbano.

Exemplo disso é a produção da dupla ítalo-francesa Bêka & Lemoine, cujos filmes mostram um olhar sensível aos pormenores e singelezas da arquitetura e do espaço urbano. Seu portfólio – composto atualmente por 30 títulos, entre longas e médias-metragens – lança luz sobre o cotidiano urbano de diferentes cidades do mundo e revela uma mirada atenta aos aspectos mais banais da vida humana no espaço.

The Infinite Happiness. Courtesy of Bêka & LemoineTokyo Ride. Courtesy of Bêka & LemoineMoriyama San. Courtesy of Bêka & LemoineKoolhaas Houselife. Courtesy of Bêka & Lemoine+ 33

Dinamitando paredes: os painéis de azulejo no modernismo brasileiro

"Me senti como Nino Rotta e Oscar Niemeyer como Felini, eu fazendo uma música importante naquela obra." Athos Bulcão, renomado artista plástico, usa essa comparação entre o compositor italiano e o diretor de cinema para fazer alusão à relação entre seu trabalho nos azulejos e o projeto arquitetônico. Tal fusão entre arte e arquitetura marcou um importante período na história do Brasil utilizando a mescla entre as duas disciplinas para lançar luz à assuntos como fortalecimento da identidade nacional, massificação da arte e estratégias arquitetônicas relacionadas ao clima tropical.

Clássicos da Arquitetura: Ministério de Educação e Saúde / Lucio Costa e equipe. © Marina de HolandaClássicos da Arquitetura: Igrejinha Nossa Senhora de Fátima / Oscar Niemeyer. © Marcel Gautherot. Via Blog do Instituto Moreira SallesClássicos da Arquitetura: Igreja da Pampulha / Oscar NiemeyerClássicos da Arquitetura: Igrejinha Nossa Senhora de Fátima / Oscar Niemeyer. © Marcel Gautherot+ 13

Curso - Projeto expográfico: do plano à prática / com Helena Cavalheiro e convidadas

Quais são as questões conceituais e técnicas que dão forma a um projeto expográfico? Quais são xs agentes envolvidxs no processo ? Quais são as ferramentas e etapas de trabalho mais utilizadas? Embora inscrita no universo da arquitetura, a tarefa de transpor para o espaço uma narrativa artística possui suas particularidades.

O curso é voltado para estudantes e profissionais interessadxs em atuar no desenvolvimento de projetos de exposições, seja na área da arquitetura ou em áreas afins, como curadoria, comunicação visual, produção e iluminação. Conjugando teoria e prática, os conteúdos do curso serão oferecidos a partir de uma combinação de aulas

Como o Art Nouveau influenciou a arquitetura italiana

Art nouveau, ou arte nova, foi um movimento artístico surgido na Bélgica do final do século XIX e que rapidamente se difundiu por diversos países do continente europeu e nos Estados Unidos. Arte “nova” porque rejeitava cânones e demarcava uma ruptura com o passado. Estimulados pelos resultados e mudanças trazidas à sociedade pela Segunda Revolução Industrial, os artistas do movimento buscavam criar uma linguagem que acompanhasse os avanços desse contexto e superasse a antiguidade, o academicismo e o conservadorismo na estética. Assim, em suas obras, elementos clássicos surgiam combinados a itens contemporâneos e diferentes estilos eram mesclados para formar um conjunto original.

Villino Ruggeri, em Pesaro. Obra do arquiteto Giuseppe Brega. Créditos: Andrea Speziali em flickrVillini delle Fate, Quartiere Coppedè, Trieste, Roma. Créditos: Ágatha Depiné em UnsplashPiazza Mincio, Quartiere Coppedè, Trieste, Roma. Créditos: Livioandronico2013 em Wikimedia CommonsFenoglio -“La Fleur”, em Torino. Obra do arquiteto Pietro Fenoglio. Créditos: micio.macho em flickr+ 19

13ª Bienal de Xangai explora a interdependência em uma era de desafios sem precedentes

A Bienal de Xangai deste ano tem como tema Corpos de Água e examina a interconectividade e interdependência das pessoas, climas, ecossistemas e tecnologias, explorando a ideia de coletividade à luz da mudança climática e da atual pandemia global. A 13ª edição da bienal mais antiga da China apresenta trabalhos de 64 artistas participantes que exploram a intrincada teia de interferências e conexões no mundo contemporâneo.

Zadie Xa and Benito Mayor Vallejo, Art Night London 2019. Courtesy the artists and Art Night 2019, photo by Matt Rowe© PSA© PSA© PSA+ 17

Lançamento online | Pequeno guia da botânica modernista

Lançamento online | Pequeno guia da botânica modernista, de Ana Carolina Carmona Ribeiro

Conversa com participação da autora e dos convidados Aracy Amaral, Vladimir Bartalini (FAU-USP), Anderson Santos (Escola de Botânica) e Elisabete Ribas (IEB-USP) | Mediação Roberto Rüsche

Realização: Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo | Apoio: Escola de Botânica

A psicogeografia da monumental land art Cretto di Burri

Em 1968, a pequena cidade de Gibellina, na Sicília, foi arrasada pelo colossal terremoto Belice, de magnitude 5,5 que matou centenas e deixou 100.000 desabrigados. Os planejadores não conseguiram reconstruir Gibellina em seu terreno original. A nova cidade - Gibellina Nuova - foi construída a 11 quilômetros (7 milhas) de distância. Antecipando-se ao projeto e à construção de Gibellina Nuova, e na esteira da tragédia do terremoto de Belice, o prefeito convocou vários artistas para apresentarem propostas de projetos para decorar a nova cidade. Um destes artistas foi o prolífico pintor e escultor italiano “polimaterialista” Alberto Burri (1915-1995).

O que é o campo ampliado da arquitetura?

Em 1979, Rosalind Krauss publica o clássico artigo A escultura no campo ampliado na revista October, no qual identifica um certo esgarçamento das fronteiras no campo da escultura, “evidenciando como o significado de um termo cultural pode ser ampliado a ponto de incluir quase tudo” [1]. A crítica, particularmente destinada a uma produção artística produzida entre os anos 1960 e 1970, foi utilizada como base 26 anos depois, em 2005, para a publicação de O campo ampliado da arquitetura, de Anthony Vidler.

Phenomenal: California Light, Space, Surface. Imagem: © Doug GatesTorqued Ellipses / Richard Serra. Imagem: © Juan Carlos BeltránSalk Institute / Louis Kahn. Imagem: © © Liao YushengDonald Judd's 100 Shimmering Aluminum Boxes. Imagem: © Judd Foundation/Licensed by VAGA, New York, NY+ 6

Como a pandemia mudou o modo de experienciar arte em espaços públicos?

O acesso à arte pública é um privilégio o qual, os nova-iorquinos mal param para pensar sobre. Espalhada pelos quatros cantos da cidade, a arte pública é parte integral do cityscape da cidade de Nova Iorque, ocupando parques, praças, becos e terraços abertos a centenas de metros acima do chão. Enquanto as instalações de arte pública mais famosas e celebradas encontram-se já enraizadas na textura urbana da cidade, como a Love de Robert Indiana na Sexta Avenida ou a Gay Liberation de George Segal junto ao Monumento Nacional de Stonewall, não podemos esquecer aquelas “obras de arte” que assumem um caráter mais efêmero. Independente disso, instalações de arte pública tem o poder de despertar as mais diversas reações, com um histórico de interpretações polarizadas que em determinados casos, acabaram até em processos judiciais e ações públicas.

Imersões: arte e arquitetura

Como pensar as relações entre arte, arquitetura, o homem e a habitação social? A quem a arquitetura se destina? A quem, de fato, atende? Quais questões permeiam e afetam, sobretudo, a vida urbana? Estas e outras questões serão debatidas no seminário Imersões: arte e arquitetura, que será realizado de forma virtual nos dia 2, 3, 4 e 5 de março de 2021, de 17 às 20h, com a participação de convidados nacionais e internacionais. O seminário vai promover um debate crítico sobre temas que se inserem no contexto do 27o Congresso Mundial de Arquitetos - UIA 2021, quando o Rio

A bizarra igreja brutalista que é mais arte do que arquitetura

© Denis Esakov
© Denis Esakov

Localizada em uma colina em Mauer, nos arredores de Viena, a Igreja de Wotruba foi o ponto alto da carreira do escultor Fritz Wotruba (o arquiteto do projeto, Fritz G. Mayr, é muitas vezes esquecido). Construída em meados da década de 1970, Mayr completou o projeto um ano após a morte de Wotruba, ampliando o modelo de argila do artista para criar uma escultura de concreto. Como pode ser visto nessas imagens por Denis Esakov, o resultado é um conjunto brutalista caótico que brinca com os limites entre arte e arquitetura.

© Denis Esakov© Denis Esakov© Denis Esakov© Denis Esakov+ 27

Como o espaço transforma a arte: instalações site specific

Quando pensamos em galerias, museus e espaços expositivos em geral é comum que nos venha à mente a imagem de um lugar fechado, iluminado, com paredes brancas e piso neutro, provavelmente em madeira. A ideia de pensar espaços expositivos como espaços “puros”, seja para dar foco à obra de arte em si, seja para permitir que exista a rotatividade das exposições, talvez seja a maior diretriz na produção de espaços expositivos nas últimas décadas. No entanto, da mesma forma em que a arte transforma o espaço, o espaço também pode ser um agente transformador da arte. É com essa reflexão que emergem produções artísticas pensadas para um espaço específico, mais conhecidas como instalações site specific.

Seu corpo da obra / Olafur Eliasson. Foto: Olafur EliassonJewish Museum, Berlin / Studio Libeskind. Foto: Dominic Simpson via Flickr. Licença Creative CommonsInstalação A Praia e o Tempo / gru.a. © Rafael SalimSonic Pavilion / Doug Aitken. © Manuel Sá+ 7

Voma, o primeiro museu de arte totalmente virtual do mundo

Em um ano profundamente marcado pelas relações virtuais, uma temporária supressão dos espaços públicos das cidades e uma profusão de mostras e exposições em meio digital, foi inaugurado o Virtual Online Museum of Art (Voma), primeiro museu de arte totalmente virtual do mundo. Localizado em um contexto tão intangível quanto toda a proposta – pode ser às margens de um lago ou uma enseada, não se sabe ao certo – o edifício virtual tem uma arquitetura peculiar, composta por volumes complexos não muito claros e uma materialidade simulada que faz lembrar concreto pigmentado.

"A transdisciplinaridade é essencial à arquitetura": entrevista com Vão

Formado por Anna Juni, Enk te Winkel e Gustavo Delonero, Vão é um escritório transdiciplinar de arquitetura fundado em 2013 com sede em São Paulo. Explorando temáticas e escalas tão diversas quanto instalações artísticas e arquiteturas residenciais, passando equipamentos culturais, estabelecimentos comerciais e escritórios, Vão trabalha num território entre campos, buscando diluir, ou tensionar, as fronteiras disciplinares com o intuito de enriquecer a reflexão e a prática arquitetônica.

Tivemos, recentemente, a oportunidades de conversar com os sócios sobre alguns dos temas que estruturam a abordagem do escritório e, também, aprofundar em alguns dos projetos mais conhecidos do grupo. Leia a entrevista a seguir.

Subsolanus | LIGA, Espacio para arquitectura, Cidade do México, 2016. Foto © Luis GallardoSede para uma Fábrica de Blocos | Avaré, 2016. Foto © Rafaela NettoCasa s/ d nº01 | Avaré, 2016. Foto © Pedro KokProcesso de montagem Lastro | Exposição Deslocal, Olhão Barra Funda, 2019. Foto © Marina Lima+ 16

Curso - Projeto expográfico: do plano à prática / com Helena Cavalheiro e convidados

Quais são as questões conceituais e técnicas que dão forma a um projeto expográfico? Quais são xs agentes envolvidos no processo ? Quais são as ferramentas e etapas de trabalho mais utilizadas? Embora inscrita no universo da arquitetura, a tarefa de transpor para o espaço uma narrativa artística possui suas particularidades. Voltado para estudantes e profissionais interessadxs em atuar na elaboração de projetos de arquitetura de exposições, o curso oferece uma panorama da prática e de suas especificidades, apresentados através de aulas expositivas e realização de exercícios de projeto baseados em situações reais. Ao final do curso os participantes terão

III Encontro Arte, Cidade e Urbanidades

O terceiro encontro bienal Arte, Cidade e Urbanidades pretende refletir sobre as disputas e redimensionamentos sociais, políticos e imaginários das urbanidades no atual cenário do Brasil e da América Latina, para estimular uma discussão de ações que surgem na interação entre corpos, territórios e experiências em espaços públicos. Em um momento de sobreposição de diferentes crises, desejamos pensar as reformulações e caminhos das estratégias artísticas em espaços urbanos na busca de proposições crítico-reflexivas que lidam com os desafios e as fronteiras da arte no contexto urbano. Nesse sentido, pretende-se refletir sobre as atuais urgências e emergências do espaço