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    <title>Tag: arquitetura-colonial | ArchDaily Brasil</title>
    <description>ArchDaily Brasil | A plataforma de arquitetura mais visitada do mundo, agora em português</description>
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        <![CDATA[Arquitetura e colonialidade: o modernismo brasileiro em perspectiva crítica]]>
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      <link>https://www.archdaily.com.br/br/1026343/arquitetura-e-colonialidade-o-modernismo-brasileiro-em-perspectiva-critica</link>
      <pubDate>Wed, 12 Mar 2025 09:30:00 +0000</pubDate>
      <dc:creator>Camilla Ghisleni</dc:creator>
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        <![CDATA[<p>A <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/arquitetura-moderna-brasileira">arquitetura moderna brasileira</a> é frequentemente celebrada como um marco de <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/inovacao">inovação</a> e <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/identidade">identidade nacional</a>, projetando o país no cenário internacional com obras icônicas e uma estética própria. No entanto, pesquisas e publicações recentes trazem a à tona o <a href="https://www.archdaily.com.br/br/1013647/desvendando-as-narrativas-coloniais-da-arquitetura-modernista-brasileira-em-nova-iorque-the-other-of-the-other">entrelaçamento da sua trajetória com narrativas coloniais</a>, tanto em suas influências quanto em seus impactos sociais. Embora o <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/modernismo">modernismo</a> tenha surgido como uma tentativa de romper com a herança acadêmica europeia, ele manteve relações de dependência com referências estrangeiras e <a href="https://www.archdaily.com.br/br/962012/modernidade-e-colonialismo-entrevista-com-paulo-tavares-sobre-a-revista-des-habitat">incorporou estratégias de dominação</a> que ecoam a lógica colonial.</p>]]>
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        <![CDATA[O significado histórico do forro da Igreja de São Francisco de Assis em Salvador e os desafios de preservação do patrimônio cultural]]>
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      <link>https://www.archdaily.com.br/br/1027194/o-significado-historico-do-forro-da-igreja-de-sao-francisco-de-assis-em-salvador-e-os-desafios-de-preservacao-do-patrimonio-cultural</link>
      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <dc:creator>Rodrigo Bastos</dc:creator>
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        <![CDATA[<p>O que aconteceu na Igreja conventual de São Francisco de Assis em <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/salvador">Salvador</a> é mais um triste capítulo de um processo que aflige o patrimônio cultural brasileiro, intensificado nos últimos anos com os incêndios do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, da Cinemateca e do Museu da língua portuguesa em São Paulo. Assim, nesses últimos dias, tem-se debatido muito sobre quem teria a "culpa" do que se passou em Salvador, ou quem teria a "responsabilidade" de evitar esse desastre, que também levou a vida de uma jovem turista: se os administradores da Igreja, se o IPHAN (Instituto do <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/patrimonio">Patrimônio</a> Histórico e Artístico Nacional), se os órgãos locais de cultura e patrimônio etc. Esse tema é difícil, e importante de se discutir, sim, a demandar investigações cuidadosas sobre as causas do sinistro. Mas o debate deve ser mais amplo, tendo sobretudo a finalidade de se pensar como é que poderemos evitar que eventos como esses aconteçam: maior investimento, maior valorização do patrimônio artístico e arquitetônico, protocolos mais rígidos e efetivos de segurança, conservação preventiva, educação patrimonial. Nos dias que se seguiram ao incidente em Salvador, inúmeros edifícios do período colonial foram interditados em lugares do país, sob a alegação de que também poderiam ruir. Nosso patrimônio pede atenção, em muitos casos com urgência.</p>]]>
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        <![CDATA[Qual a diferença entre a taipa de mão e a taipa de pilão?]]>
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      <link>https://www.archdaily.com.br/br/1007615/qual-a-diferenca-entre-a-taipa-de-mao-e-a-taipa-de-pilao</link>
      <pubDate>Sat, 14 Oct 2023 16:00:00 +0000</pubDate>
      <dc:creator>Helena Tourinho</dc:creator>
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        <![CDATA[<p>O percurso histórico da construção conta, também, a história da humanidade. Os exemplares que perduraram no tempo dizem sobre seus contextos particulares, e os resquícios que sobreviveram às intempéries e deterioração narram o desenvolvimento tecnológico humano. Nos primórdios da construção, a operação comum (e a única possível) aos humanos era utilizar matéria-prima disponível do local onde estavam inseridos. Para muitos, isso significava construir com barro.</p>]]>
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        <![CDATA[O Pelourinho em Salvador: da arquitetura colonial ao Olodum]]>
      </title>
      <link>https://www.archdaily.com.br/br/1001370/o-pelourinho-em-salvador-da-arquitetura-colonial-ao-olodum</link>
      <pubDate>Sun, 11 Jun 2023 21:00:00 +0000</pubDate>
      <dc:creator>Adele Belitardo</dc:creator>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/pelourinho">Pelourinho</a>, localizado no Centro Histórico de <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/salvador">Salvador</a>, <a href="https://www.archdaily.com.br/br/tag/bahia">Bahia</a>, é uma das imagens e cartões-postais mais conhecidos, divulgados e visitados da capital baiana. Possuindo um acervo colonial urbano e arquitetônico de grande importância cultural, recebeu o título de <a href="https://www.archdaily.com.br/br/966112/quais-sao-os-bens-e-sitios-do-patrimonio-mundial-no-brasil?ad_source=search&amp;ad_medium=search_result_articles">Patrimônio Mundial da Humanidade</a> pela <a href="https://whc.unesco.org/en/list/309/?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br" target="_blank">UNESCO</a>, em 1985. Com mais de quatro séculos de história, a região já abrigou as mais diversas atividades, funções e dinâmicas, e sua trajetória se imbrica à da própria cidade. Atualmente, é um dos principais pontos turísticos soteropolitanos e, além de seu próprio acervo colonial, concentra uma série de equipamentos do setor como hotéis, restaurantes e <a href="https://www.archdaily.com.br/br/883960/casa-do-carnaval-a-and-p-arquitetura-e-urbanismo?ad_source=search&amp;ad_medium=projects_tab">museus</a>. </p>]]>
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