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A estetização da desigualdade: paisagens contrastantes na periferia da Cidade do México

A região que conhecemos hoje como a Zona Metropolitana do Vale do México (ZMVM) tem tido uma ocupação contínua e dinâmica há mais de 4.000 anos. Evidências arqueológicas e antropológicas revelam a presença de sociedades humanas complexas nas margens da bacia, começando com Tlatilco e Cuicuilco no período pré-clássico mesoamericano, passando por Teotihuacan no período clássico, e culminando com os diferentes centros urbanos da afiliação Nahua no período pós-clássico, com destaque as cidades do México de Tenochtitlan-Tlatelolco, assim como Texcoco, Azacapotzalco, Iztapalapa e Chalco, entre muitas outras.

Clássicos da Arquitetura: Torres de Satélite / Luis Barragán

O projeto é o marco do ambicioso projeto da Cidade Satélite, um loteamento de caráter residencial encomendado ao arquiteto Mario Pani a nordeste da Cidade do México. Luis Barragán, no ano de 1958, recebe o encargo de Mario para realizar uma estrutura que servisse de maneira distintiva à entrada pela principal via de acesso da urbanização.

Para isso, o renomado arquiteto mexicano projetou, junto ao escultor Mathias Goeritz, cinco torres de concreto, de plantas triangulares e diferentes cores e alturas (a mais alta tem 52 metros). Com um caráter totalmente escultórico, a função primordial era destacar-se e ser contemplada desde longe e em movimento.

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