Rasmus Hjortshõj

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Viena, Copenhague e Zurique são eleitas as melhores cidades para se viver em 2022

Viena, na Áustria, liderou o ranking de habitabilidade global 2022 feito pelo The Economist Intelligence Unit (EIU) recuperando a posição obtida em 2019 e 2018, principalmente por sua estabilidade e boa infraestrutura, apoiada por bons cuidados de saúde e muitas oportunidades de cultura e entretenimento. As cidades da Europa ocidental e do Canadá dominaram as primeiras posições, com Copenhague, na Dinamarca, em segundo lugar e Zurique, na Suíça, e Calgary, no Canadá, empatadas em terceiro lugar. Adicionando 33 novas cidades à pesquisa, um terço das quais na China, e elevando o total para 172 cidades, a classificação excluiu este ano Kyiv, devido à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Dividido em 5 categorias: estabilidade, sistema de saúde, educação, cultura, meio ambiente e infraestrutura, o índice foi muito influenciado pela pandemia de covid-19. À medida que as restrições diminuíram em grande parte do mundo, os rankings de habitabilidade começaram a se assemelhar “aos anteriores à pandemia”, mas a pontuação média global permaneceu abaixo do período pré-pandemia. Embora a pandemia de covid-19 tenha recuado, uma nova ameaça à habitabilidade surgiu quando a Rússia invadiu a Ucrânia este ano.

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Museu dos Refugiados na Dinamarca FLUGT / BIG

© Rasmus Hjortshoj
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Oksbøl, Dinamarca
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área :  1600
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano :  2022

Projetado para desmontar: a arquitetura de exposições e instalações temporárias

A arquitetura em seu sentido mais amplo se preocupa com a criação de estruturas que são permanentes, cimentando-se no contexto cultural e histórico maior de sua humanidade, porém, onde inserimos a criação de estruturas projetadas com a intenção de serem desmontadas. Qual o significado e valor podem ter estas estruturas, sabendo que nunca foram projetadas para durar, mas para simplesmente ocupar o espaço por um momento?

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As melhores cidades do mundo para viver em 2022: conheça o top 20

O ranking das melhores cidades do mundo para se viver em 2022 produzido pela Global Finance acaba de ser divulgado. Realizado a partir de oito parâmetros diferentes que calculam e comparam a qualidade de vida das pessoas que vivem em áreas urbanas, como economia, cultura, população, meio ambiente etc., a edição deste ano também levou em consideração o número de mortes por Covid-19 para cada mil habitantes nos diferentes países. Com dados do Global City Power index, Johns Hopkins University, Statista e Macrotrends, a lista busca oferecer uma visão completa, unindo métricas tradicionais a novos fatores.

O primeiro lugar ficou com Londres, no Reino Unido, uma cidade que, embora não tenha obtido classificações altas em suas métricas de Covid-19, ainda lidera a lista devido às pontuações em cultura, acessibilidade e crescimento populacional. Tóquio ficou com a segunda posição, mostrando pontuação baixa no parâmetro população, decaindo em número de habitantes na última década. Xangai vem em seguida, na terceira posição, devido aos números relativamente baixos de mortes por Covid-19 e ao forte crescimento populacional. Singapura e Melbourne ficaram em 4º e 5º lugares.

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Prêmio UIA 2030 anuncia lista de finalistas

A International Union of Architects (UIA), em parceria com a UN-HABITAT, anunciou os Finalistas Regionais da primeira etapa do Prêmio UIA 2030. O prêmio bienal, que está em sua edição inaugural, homenageia o trabalho de arquitetos que contribuem para a Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável e Nova Agenda Urbana por meio de projetos construídos que demonstram qualidade de design e alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

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Praça Henning G. Kruses / BIG

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Esbjerg, Dinamarca
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área :  1000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano :  2021

Torre Marsk / BIG

Torre Marsk / BIGTorre Marsk / BIGTorre Marsk / BIGTorre Marsk / BIG+ 25

Carbono incorporado nos materiais de construção: O que é e como calcular

Qualquer atividade humana impacta de alguma forma o meio ambiente. Algumas menos, outras muito mais. Segundo o United Nations Environment Programme (Unep), o setor da construção é responsável por até 30% de todas as emissões de gases que contribuem ao efeito estufa. Atividades como mineração, processamento, transporte, operação de indústria e combinação de produtos químicos resultam na liberação de gases como o CO2, CH4, N2O, O3, halocarbonos e vapor d’ água. Estes, quando lançados na atmosfera, absorvem uma parte dos raios do sol e os redistribuem em forma de radiação na atmosfera, aquecendo o planeta. Com uma quantidade desenfreada de gases sendo lançados cotidianamente, essa camada é engrossada, fazendo com que a radiação solar entre e não consiga sair do planeta, acarretando em impactos quase incalculáveis para a humanidade, como desertificação, derretimento das geladeiras, escassez de água, tempestades, furacões, inundações, alterações de ecossistemas, redução da biodiversidade.

Como arquitetos, uma das nossas maiores preocupações deveria ser de que forma é possível diminuir as emissões de carbono incorporados nas construções. Conseguir mensurar, quantificar e qualificar os impactos é um primeiro caminho. 

Materiais que deram forma às casas, interiores e edifícios públicos mais icônicos de 2020

É difícil começar qualquer texto de retrospectiva de 2020 sem cair em clichês. O ano de 2020 nos ensinou, a duras penas, que a humanidade pode ser mais frágil do que imaginávamos. O mundo tem enfrentado um inimigo invisível que alterou o cotidiano de todos. Por outro lado, os edifícios são compostos por materiais, que têm peso, cheiro, textura e custos. Eles dependem de recursos naturais, processos de produção, mão-de-obra, transporte etc. Ainda é muito cedo para dizer como a crise causada pela Covid-19 mudará o mundo e, mais especificamente, a arquitetura. Mas será que nossa percepção do que é boa arquitetura mudou durante este ano? E nossa relação com a tectônica das construções se alterou com todas os impedimentos que tivemos? 

O que podemos (e não podemos) aprender com Copenhague

Este artigo foi publicado originalmente em Common Edge

Quando tive a oportunidade de visitar a cidade de Copenhague por primeira vez, alguns anos atrás, saí de lá deslumbrado e com um caso crônico de inveja urbana. (Eu pensei comigo mesmo: é como a melhor das cidades que eu sou capaz de imaginar, só que melhor). Por que não fazemos cidades como esta nos Estados Unidos? Esse é o tipo de pergunta que um arquiteto e urbanista norteamericano se faz enquanto passeia pelas encantadoras ruas às margens dos belos canais de Copenhague—ao mesmo tempo que tenta evitar de ser atropelados pela horda de ciclistas dinamarqueses que passa a toda velocidade ao seu lado o tempo todo.

Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente

Casa de los Árboles / Vo Trong Nghia Architects. Image © Hiroyuki Oki
Casa de los Árboles / Vo Trong Nghia Architects. Image © Hiroyuki Oki

Embora o concreto seja um dos sistemas construtivos mais utilizados no mundo todo, seja por sua durabilidade, maleabilidade e/ou resistência às intempéries, não devemos esquecer que a industria do concreto é uma das maiores emissoras de CO2 relacionas à industria da construção civil. Por este motivo, ao longo dos últimos anos, muitos arquitetos e arquitetas passar a experimentar novas possibilidades para tratar de otimizar seu rendimento, apropriando-se de todas as suas vantagens técnicas e buscando resolver alguns de suas desvantagens ambientais. Como resultado disso, alguns projetistas passaram a explorar a possibilidade de substituir as tradicionais fôrmas de madeira por materiais mais sustentáveis como o bambu, uma planta que cresce em abundância em quase todas as partes do mundo e que, com um baixo impacto ambiental, permite obter acabamentos aparentes com texturas de grande qualidade.

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Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana

Ir além da escala humana não é novidade. Por séculos, construtores, engenheiros e arquitetos têm criado edifícios monumentais para marcar a espiritualidade ou o poder político. Palácios, edifícios governamentais ou templos sempre atraíram a admiração e reverência das pessoas, alimentando a ainda não totalmente compreensível obsessão por construções em grande escala.

Hoje em dia, algumas das maiores e mais impressionantes estruturas estão menos relacionadas a funções religiosas ou governamentais e parecem estar se voltando para programas mais culturais. Além disso, na maioria das vezes, as estruturas são abertamente releituras da natureza.

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Biofília: trazendo a natureza para dentro de casa

Um bom projeto de interiores começa com o mapeamento das demandas específicas de seus possíveis usuários. Conscientes das necessidades físicas, psicológicas e emocionais das pessoas, os projetistas buscam desenvolver soluções espaciais específicas que possam impactar positivamente na vida destas pessoas, promovendo qualidade de vida, segurança e bem-estar. Uma das principais tendências no design de interiores contemporâneo é a biofilia, uma abordagem holística que surge da observação e incorporação da natureza ao design.

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Assista ao vivo às palestras do World Architecture Festival 2019

Acompanhe a décima segunda edição do World Architecture Festival através da transmissão ao vivo do ArchDaily. Maior programa de premiações de arquitetura do mundo, o WAF reunirá este ano mais de dois mil arquitetos e designers em Amsterdã para três dias de conferências, prêmios e exposições, entre 4 e 6 de dezembro. Acompanhe nossas transmissões ao vivo do Facebook.

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Centro de Observação de Pandas / BIG

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Frederiksberg, Dinamarca
  • Arquitetos: Bjarke Ingels Group; Bjarke Ingels Group
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área :  2450
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano :  2019

18 Projetos de arquitetura voltados para crianças

A arquitetura para crianças não necessariamente se reflete em brincadeiras para eles. No caso dos jardins infantis, parques e escolas, o processo projetual é realizado por adultos, no entanto, os fiéis usuários são as crianças. Portanto, os arquitetos têm a responsabilidade de garantir que o entorno construído ofereça a oportunidade de brincar, explorar e aprender no espaço físico.

Com isso em mente, apresentamos 18 espaços projetados especialmente para crianças - ambientes que talvez possam inspirar aos futuros Fosters, Hadids e Le Corbusiers.

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