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Paolo Rosselli

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Praça Amatrice Polo del Gusto / Stefano Boeri Architetti

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Amatrice, Itália

Arquitetura pós-desastre: 10 exemplos inspiradores

Após um desastre natural ou um conflito, a arquitetura desempenha um papel fundamental não apenas na reconstrução da infraestrutura perdida, mas também na necessidade de conforto e segurança para os afetados. Uma arquitetura pós-desastre bem-sucedida deve atender tanto à necessidade de abrigo imediato a curto prazo quanto às necessidades de reconstrução e estabilidade a longo prazo. Oito anos após o terremoto de 2010 no Haiti, os desalojados continuam residindo em abrigos temporários sem acesso adequado a encanamentos e eletricidade, revelando a importância crítica de atender às necessidades de longo prazo após desastres e conflitos.

Abaixo, você verá 10 exemplos de arquiteturas pós-desastre, desde propostas de baixo custo em um curto prazo, até aquelas que reconstroem comunidades inteiras do zero:

Pop-Up Places of Worship. Imagem Cortesia de Lucas Boyd and Chad Greenlee Vila Verde. Imagem © Suyin Chia Soma City Home-For-All. Imagem © Koichi Torimura Catedral Cardboard. Imagem © Bridgit Anderson + 10

Um conto de natal sobre a reconstrução de uma cidade: projetos de Stefano Boeri para Amatrice

Em agosto de 2016, um forte terremoto de magnitude 6,2 atingiu a região central da Itália, resultando na morte de quase 300 pessoas e na destruição de vários edifícios históricos seculares. O epicentro da catástrofe se deu nas proximidades de Amatrice, uma bela cidade montanhosa do Lácio, que foi completamente reduzida a escombros, deixando centenas de mortos e feridos além de centenas de desabrigados.

Entretanto, a população local não ficou desamparada por muito tempo. Os trabalhos de reconstrução foram imediatamente iniciados logo após a catástrofe, liderados pelos mais importantes arquitetos do país, incluindo Renzo Piano e Stefano Boeri Architetti, responsáveis pela construção de um novo refeitório que foi erguido no curso de poucas semanas.

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Edifícios cobertos com árvores são realmente tão ecológicos como pretendem ser?

Estariam os edifícios cobertos de vegetação realmente alinhados com os princípios de ecologia e sustentabilidade, ou são apenas marketing? Esta é a questão levantada por Kurt Kohlstedt em seu ensaio Renderings vs. Reality: The Improbable Rise of Tree-Covered Skyscrapers, publicado pela 99% Invisible. O autor aponta que projetos que fazem uso de vegetação estão em alta por uma infinidade de razões - a aparência de sustentabilidade, melhor qualidade do ar e das vistas, atrair mais investimentos etc. - mas também nota que a maior parte desses conceitos nunca sairão do papel ou da virtualidade. Para tantos motivos pelos quais estes edifícios se tornaram populares, há tantos argumentos que sugerem que eles não podem ser construídos, incluindo obstáculos técnicos de construção, sistema de irrigação muito complexos e a própria adaptação das árvores ao ambiente.

Edifício Bosco Verticale / Boeri Studio

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Milão, Itália
  • Arquitetos: Boeri Studio
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano: 2014

Pavilhão do Mar / Stefano Boeri Architetti

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