NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Villa M / Triptyque Architecture

© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé+ 28

Reforma Complexo La Poste du Louvre / Dominique Perrault Architecte

© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé+ 24

Embaixada Francesa no Haiti / Explorations Architecture

© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé+ 27

Puerto Príncipe, Haiti

21 Projetos em que Kengo Kuma (re)usa materiais de maneiras incomuns

V&A Dundee / Kengo Kuma and Associates. Image © Hufton+CrowCamper Paseo de Gracia / Kengo Kuma & Associates. Image © ImagenSubliminalGC Prostho Museum Research Center / Kengo Kuma & Associates. Image © Daici AnoArchives Antoni Clavé / Kengo Kuma & Associates. Image © 11h45+ 45

Kengo Kuma utiliza os materiais para se conectar com o contexto local e os usuários de seus projetos. As texturas e formas elementares dos materiais, sistemas construtivos e produtos são expostas e utilizadas em favor do conceito arquitetônico, valorizando as funções que serão executadas em cada edifício.

De vitrines feitas com telhas cerâmicas a painéis que filtram a luz com à luz peneirada criada por chapas metálicas expandidas, passando por um revestimento de poliéster etéreo, Kuma entende o material como um componente essencial que pode fazer a diferença na arquitetura, desde os estágios do projeto. Apresentamos, em seguida, 21 projetos nos quais Kengo Kuma usa e reúsa materiais de construção com maestria.

Inovação em projetos de embaixadas: arquitetura da diplomacia ao redor do mundo

A arquitetura dos edifícios diplomáticos situa-se em um território ambíguo e até certo ponto, contraditório. Procurando equilibrar os imprescindíveis requisitos de segurança e uma máxima abertura e integração com a paisagem, edifícios de embaixadas atuam como símbolos representativos de uma cultura. Em sua essência, edifícios diplomáticos também são concebidos para expressar os principais valores e ideais de uma nação. Atualmente, os projetos de embaixadas necessariamente precisam atender rígidos padrões de segurança, ao mesmo tempo que procuram construir uma conexão física e imaterial com a cultura local específica onde encontram-se inseridos.

© Tuomas Uusheimo© Andrés Valbuena© Christian Richters© Gijo Paul George+ 13

Quem já ganhou a RIBA Royal Gold Medal?

Reconhecida como o maior prêmio da arquitetura no Reino Unido, a RIBA Royal Gold Medal for Architecture é aprovada pessoalmente por Sua Majestade, a Rainha, e concedida a um profissional ou grupo de profissionais que tiveram significativa influência, "direta ou indiretamente", no avanço da arquitetura.

No 1 Poultry / James Stirling. Image © Claudio Divizia | ShutterstockQatar National Convention Centre / Arata Isozaki. Image © Nelson GarridoCasa da Musica / OMA. Image © Philippe RuaultAntwerp Port House / Zaha Hadid Architects. Image © Helene Binet+ 13

Leveza e sensibilidade na obra de Renzo Piano

“Arquitetura é arte, mas uma arte bastante contaminada por muitas outras coisas. Contaminada no melhor sentido da palavra – alimentada, fertilizada por muitas coisas.” – Renzo Piano

O arquiteto italiano Renzo Piano (nascido em 14 de setembro de 1937) é conhecido por sua abordagem delicada e refinada da arquitetura, vista em museus e outros edifícios construídos em diversas partes do mundo. Ao receber o Prêmio Pritzker em 1998, o júri o comparou a Leonardo da Vinci, Michelangelo e Brunelleschi, destacando "sua curiosidade intelectual e habilidade para resolver problemas tão amplas e aguçadas quanto às dos primeiros mestres de sua terra".

The Whitney Museum. Image © Nic LehouxPathé Foundation. Image © Michel DenancéMUSE. Image © Shunji IshidaAstrup Fearnley Museet. Image © Nic Lehoux+ 24

MOdA - Sede da Ordem dos Advogados de Paris / Renzo Piano Building Workshop

© Sergio Grazia© Sergio Grazia© Sergio Grazia© Sergio Grazia+ 33

100 Espaços públicos: de pequenas praças a parques urbanos

© DuoCai Photograph
© DuoCai Photograph

© Gianluca Stefani© Thomas Zaar© Tomasz Zakrzewski© Sebastien Michelini+ 112

A chave para projetar ou recuperar com sucesso os espaços públicos de uma cidade é criar estratégias que favoreçam seu uso e os capacitem como ponto de encontro. Independentemente da escala, entre alguns dos aspectos mais importantes estão: o desenho informado pelas necessidades das pessoas; a consideração da escala humana; e uma mistura de usos que permita multifuncionalidade e flexibilidade e proporcione conforto e segurança. 

Para lhe inspirar a projetar lugares de encontro e lazer, de praças a parques, de mirantes a playgrounds infantis, reunimos a seguir 100 espaços públicos de todas as escalas. 

Centros culturais: 50 exemplos em planta e corte

Quantas vezes nos deparamos com o desafio de projetar um centro cultural? Embora isso possa parecer uma façanha para a maioria, muitos arquitetos já se viram diante da tarefa de projetar um programa que combina centro comunitário e cultura.

Entre os projetos publicados em nosso site, encontramos exemplos que abordam a questão a partir de diferentes abordagens, de configurações flexíveis a propostas que priorizam a centralidade, gerando espaços de encontro e atividades. Veja, a seguir, 50 exemplos de centros culturais acompanhados de suas plantas e cortes. 

Cortesía de Mecanoo© Adam Mørk© Gonzalo Viramonte© Stephan Lucas+ 148

Central St. Giles Court / Renzo Piano + Fletcher Priest Architects

Central St. Giles Court / Renzo Piano + Fletcher Priest ArchitectsCentral St. Giles Court / Renzo Piano + Fletcher Priest ArchitectsCentral St. Giles Court / Renzo Piano + Fletcher Priest ArchitectsCentral St. Giles Court / Renzo Piano + Fletcher Priest Architects+ 19

Edifícios culturais e corporativos: 15 átrios e seus cortes

Cortesía de 3XNCortesía de Paul de Ruiter ArchitectsCortesía de Renzo Piano Building Workshop + PayetteCortesía de Renzo Piano Building Workshop+ 31

Edifícios culturais e corporativos oferecem a oportunidade perfeita para projetar grandes átrios. Esses espaços centrais, projetados para possibilitar o encontro de pessoas ou para ajudar na orientação dentro do edifício, são geralmente amplos e oferecem muita liberdade na etapa de concepção. Escala imponente, escadarias esculturais, materiais nobres e vegetação interna são apenas alguns dos recursos usados para dar vida a esses espaços. Para ajudá-lo com seu projeto, compilamos a seguir 15 átrios e seus desenhos de corte.

The Shard / Renzo Piano Building Workshop

Cortesia de Renzo Piano Building Workshop
Cortesia de Renzo Piano Building Workshop

© Michel Denancé© Michel Denancé© Rob Telford© Michel Denancé+ 28

  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2012
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Dyson, Giacomini, Lignacite, SAS International, Sonogamma

Plein Ciel / MG-AU / Michel Guthmann Architecture et Urbanisme

© Takuji Shimmura  © Michel Denancé © Michel Denancé © Takuji Shimmura  + 27

Sob um Único Teto / Kengo Kuma & Associates

© Michel Denance© Michel Denance© Michel Denance© Michel Denance+ 42

Lausanne, Suíça
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2016
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: CYMISA, Mivelaz bois

Centro Nacional de Design Gráfico Le Signe / MOATTI-RIVIERE

© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé© Michel Denancé+ 19

  • Arquitetos: MOATTI-RIVIERE
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2016
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes: Ateliers de France, Curot, ENGIE AXIMA, Kabox, Manchin, +3

Transformação de um Edifício de Escritórios em 90 Apartamentos / MOATTI-RIVIERE

© Michel Denancé © Michel Denancé © Michel Denancé © Michel Denancé + 24

Charenton-le-Pont, França
  • Arquitetos: MOATTI-RIVIERE
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  3884
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2016

Os melhores projetos do mundo em 2016 (sem excluir América Latina, África e Ásia)

Sabemos que a história é escrita por aqueles que vencem e impõem seu próprio relato. Também sabemos que o relato do ocidente é o da Europa e Estados Unidos, enquanto o resto dos atores são minimizados ou inviabilizados; chineses e japoneses durante a Segunda Guerra Mundial; com o Império Otomano na Europa do século XVI e com as maiorias raciais na leitura da independência latino-americana. O mesmo ocorre com a arquitetura.

Temos insistido que o boom do Hemisfério Sul não se apoia unicamente em uma obra nova, mas também no reconhecimento de uma nova arquitetura inviabilizada e aparentemente não digna de ser publicada em revistas nos anos 1990. Este cenário mundial mudou com o surgimento de uma humanidade multipolar, mais local. Globalizada mas heterogênea, acelerada mas desequilibrada. Não há países vermelhos ou azuis, mas uma ampla paleta de cores explodidas, como num quadro de Pollock.

Isto serve de preâmbulo para ponderar os melhores edifícios de 2016 de acordo com a opinião do crítico britânico Oliver Wainwright, que elaborou um mapa mundi delimitado por Nova Iorque (a oeste) e a cidade norueguesa de Utoya (a leste), com a exceção de Birzeit, na Palestina.

O Hemisfério Sul representa mais de 40% da economia global e já concentra as principais mega-cidades do mundo, e, mesmo assim, não vale a pena estudar sua arquitetura? Expandindo os limites do mapa mundi arquitetônico de um planeta em transformação, destacamos os seguintes projetos deste ano.