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 Helene Binet

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Em foco: Zaha Hadid

Zaha Hadid completaria hoje 69 anos e desde que ganhou o Prêmio Pritzker - primeira mulher a ser laureada com a honraria - sua carreira seguiu uma trajetória meteórica, com muitas importantes obras construídas e em fase de projeto em todo o mundo. O trabalho de seu escritório sempre buscou expandir os limites da arquitetura através de formas contínuas e singulares que criam contrastes espaciais.

Heydar Aliyev Center. Image © Hufton+Crow Vitra Fire Station. Image © Wojtek Gurak Bergisel Ski Jump. Image © Hélène Binet Antwerp Port House. Image © Hélène Binet + 36

Concreto reforçado com fibras: resistência e leveza

A história do concreto remonta à Roma Antiga, há aproximadamente 2000 anos atrás. A mistura de pedra calcária, cinza vulcânica e água do mar, conhecida como “Concreto Romano”, possibilitou a construção de aquedutos, estradas e templos, muitos deles ainda de pé. Algum tempo atrás descobriu-se que essa mistura original forma um mineral chamado tobermorita aluminosa, que se torna mais forte com o passar do tempo.

Centro Heydar Aliyev / Zaha Hadid Architects. Image © Hélène Binet © Samuel McGuire © Samuel McGuire Fibras. Image Cortesia de Swisspearl + 10

Mulheres na fotografia de arquitetura

Maioria em graduações de arquitetura em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil, as mulheres superam os homens em número de profissionais em atividade, entretanto, sua representatividade vem, há décadas, sendo sistematicamente diminuída frente à atuação masculina. 

O debate sobre o papel das mulheres na arquitetura não é recente, contudo, ganhou força a partir de 2013 com a petição para que Denise Scott Brown fosse retroativamente reconhecida como vencedora do Prêmio Pritzker de 1991 - junto à Robert Venturi - e a consequente rejeição do pedido por parte do Prêmio. Desde então, o reconhecimento do papel das mulheres na arquitetura vem sendo tópico de diversos - e necessários - debates, palestras, simpósios e exposições em todo o mundo.

VEX / Chance de Silva

© Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet + 19

Greater London, Reino Unido
  • Arquitetos: Chance de Silva
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área: 115.0
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano: 2017

A cortiça pode ser uma resposta às nossas necessidades ambientais e de construção?

Desconhecida para muitos, a cortiça configura-se como um modelo da indústria sustentável e um material de construção eficiente. Por sua própria natureza, a cortiça é reciclável e renovável, pois é a única árvore que regenera sua casca, enquanto a colheita da casca faz com que a árvore não seja prejudicada.

A cortiça pode ser encontrada, por exemplo, no revestimento de xadrez do piso da Biblioteca do Congresso. Mesmo a NASA tem aproveitado a leveza e a capacidade de isolamento da cortiça, usando-a como um isolante para seus ônibus espaciais.

Friendship Centre em Bangladesh pelas lentes de Hélène Binet

Simplicidade é a busca, monástica, a sensação.

-Kashef Chowdhury

O projeto Friendship Centre [ou, Centro da Amizade], de Kashef Mahboob Chowdhury / URBANA, localizado em Gaibandha, Bangladesh, parece que não foi construído sobre a paisagem, mas entalhado nela. Um labirinto de arcos, pátios, pavilhões e piscinas, tudo construído em tijolo artesanal, define o espaço da organização Friendship NGO, que trabalha com comunidades remotas.

© Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet + 26

Torre Radar / Barthélémy Griño Architectes

© Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet + 11

Palaiseau, França

Diana, Fonte Comemorativa para a Princesa de Gales / Gustafson Porter + Bowman

© Peter Guenzel © Hélène Binet © Hélène Binet © Hélène Binet + 13

Londres, Reino Unido

Capela Bielorrussa / Spheron Architects

© Joakim Borén © Joakim Borén © Joakim Borén © Joakim Borén + 38

Greater London, Reino Unido
  • Arquitetos: Spheron Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área: 75.0
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano: 2016

O impressionante portfólio de Zaha Hadid

Há um ano Zaha Hadid nos deixou, mas o seu impressionante legado arquitetônico segue inspirando todos os arquitetos a ultrapassar seus limites criativos. A arquiteta criou uma linguagem autoral que por sua expressividade se tornou extremamente reconhecível. Para homenageá-la, buscamos em nosso Arquivo todas as obras concluídas de Hadid que foram publicadas no ArchDaily Brasil e as reunimos aqui.

Conheça o impressionante portfólio de Zaha Hadid, a seguir.

Luminosidade fluida: A iluminação arquitetônica na obra de Zaha Hadid

Leeza SOHO, em construção 2017, Pequim / China. Imagem © MIR
Leeza SOHO, em construção 2017, Pequim / China. Imagem © MIR

Os projetos de Zaha Hadid são notáveis não só por suas formas inovadoras de manusear materiais tangíveis, mas também pela sua imaginação em relação à luz. Suas teorias de fragmentação e fluidez são técnicas projetuais bem conhecidas que possibilitaram sua descoberta de formas. No entanto, seus avanços no uso da luz para transmitir sua arquitetura foram, muitas vezes, negligenciados -mesmo que tenham se tornado um elemento essencial para revelar e interpretar sua arquitetura. A transição de três décadas de linhas mínimas de luz no seu projeto do Corpo de Bombeiros de Vitra até o átrio mais alto do mundo no arranha-céu Leeza SOHO, que recolhe uma abundância de luz natural, mostra o notável desenvolvimento do legado luminoso de Zaha Hadid.

Centro Heydar Aliyev, 2013, Baku / Azerbaijão. Imagem © Hélène Binet Estação de Trem Nordpark, 2007, Innsbruck / Áustria. Imagem © <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hungerburgbahn-Bergstation.JPG'>Wikimedia user Hafelekar</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/deed.en'>CC BY-SA 3.0</a> Museu MAXXI, 2009, Roma / Itália. Imagem © Iwan Baan Centro de Ciências Phaeno, 2005, Wolfsburg / Alemanha. Imagem © Werner Huthmacher + 13

10 Dicas para aperfeiçoar suas fotos de arquitetura

Em nossos tempos modernos, a cultura obcecada pela imagem nos faz consumir uma grande quantidade de arquitetura através de fotografias, ao invés de experiências físicas e espaciais. As vantagens da fotografia de arquitetura são muitas: permitem que as pessoas obtenham uma compreensão visual de edifícios que talvez nunca tenham a oportunidade de visitar, criando um recurso valioso que permite expandir nosso vocabulário arquitetônico. No entanto, devemos permanecer críticos em relação às desvantagens da fotografia quando se trata de arquitetura. Jeremy Till, autor de "Architecture Depends,” (Arquitetura Depende, ainda sem versão em português) resume isto no capítulo "Out of Time" (Fora do tempo): "A fotografia permite que esqueçamos o que veio antes (o sofrimento do trabalho prolongado para cumprir com a entrega de um edifício completamente formado) e o que está por vir depois (as intempéries do tempo, sujeira, usuários, reformas). Ela congela o tempo. A fotografia de arquitetura 'eleva o edifício para fora do tempo' e proporciona um consolo para os arquitetos que podem sonhar por um momento que a arquitetura é um poder estável existente por sobre as marés do tempo".

As dicas a seguir tem o objetivo de não apenas melhorar a força visual de suas fotografias de arquitetura, mas também as histórias que elas contam - indo além das imagens individuais para comunicar as relações dos edifícios com seus contextos, espaço e tempo.

© Iwan Baan © Iwan Baan © Balint Alovits © Iwan Baan + 11

40 Projetos selecionados para o Prêmio Europeu de Arquitetura Contemporânea 2017 - Mies van der Rohe Award

A Comissão Europeia e a Mies van der Rohe Foundation anunciaram as 40 obras selecionadas que concorrerão ao Prêmio Europeu de Arquitetura Contemporânea 2017 - Mies Van Der Rohe Award. O júri escolheu a partir dos 356 projetos indicados, e a lista destaca as oportunidades e as tendências no território europeu atual: cidades, habitação, patrimônio e memória. Os cinco finalistas serão anunciados em meados de fevereiro e o vencedor e o arquiteto emergente em meados de maio.

Um terço das obras aborda o desafio da arquitetura contemporânea em relação ao patrimônio construído e um terço dos trabalhos os desafios contemporâneos da habitação. A gestão da paisagem urbana histórica será uma das prioridades destacadas pelo "Ano Europeu do Patrimônio Cultural" em 2018.

"Eu gostaria que os projetos selecionados demonstrassem interesse em criar lugares, explorar convenções e tipologias conhecidas, celebrar os prazeres do uso cotidiano por uma consideração de detalhes e uma resistência não expressa à atual tendência global a uma arquitetura auto-referencial, que desmente o contexto e o ato de habitação ". - Stephen Bates, Presidente do Júri.

Veja a lista a seguir.

Bússola política: Uma taxonomia da arquitetura emergente em um diagrama

O diagrama de compasso político completo (Versão 0.1) produzido por Alejandro Zaera-Polo e Guillermo Fernandez Abascal. Imagem © Alejandro Zaera-Polo & Guillermo Fernandez Abascal
O diagrama de compasso político completo (Versão 0.1) produzido por Alejandro Zaera-Polo e Guillermo Fernandez Abascal. Imagem © Alejandro Zaera-Polo & Guillermo Fernandez Abascal

Observando a paisagem arquitetônica atual é evidente que o tipo de trabalho que está atualmente ascendente, particularmente entre os escritórios jovens, é muito diferente do que era antes da crise financeira de 2008. Mas o que, exatamente, a paisagem arquitetônica se parece? Em um ensaio intitulado “Well into the 21st Century” na última edição da revista El Croquis, Alejandro Zaera-Polo delineou uma taxonomia da arquitetura do século 21, tentando definir e categorizar as várias novas formas de prática que têm crescido em popularidade nos anos desde, e como resposta política, à crise econômica.

As categorias definidas por Zaera-Polo abrangem sete posições políticas amplas: Os "Ativistas", que rejeitam a dependência da arquitetura em relação às forças de mercado operando amplamente fora dele, com foco em projetos de construção comunitária, envolvimento direto com a construção e financiamentos com estratégias não convencionais; Então há os "Populistas", cujo trabalho é calibrado para se reconectar com a população graças a uma abordagem mediática e diagramática da forma arquitetônica; A seguir estão os "Novos Historicistas", cuja reação ao "fim da história" saudado pelo neoliberalismo é um abraço do design historicamente informado; Os "Céticos", cuja resposta existencial ao colapso do sistema é, em parte, um retorno ao discurso crítico pós-moderno e em parte uma exploração da contingência e da brincadeira através de uma arquitetura de materiais artificiais e cores vivas; Os "Fundamentalistas Materiais", que retornaram a um uso tátil e virtuoso de materiais em resposta ao espetáculo visual da arquitetura de antes da crise; Praticantes da "Austeridade Chique", uma espécie de "normcore" arquitetônico (para emprestar um termo da moda) que se concentram principalmente no processo de produção e no desempenho resultante da arquitetura; E finalmente o "Tecno-Crítico", um grupo de práticas em grande parte produzindo arquitetura especulativa, cujo trabalho se baseia, mas também permanece crítico do parametrismo baseado em dados de seus predecessores.

Como prosseguimento desse ensaio, Zaera-Polo e Guillermo Fernandez-Abascal propuseram aplicar as categorias recentemente definidas às práticas emergentes de hoje com um diagrama de uma "bússola política". Eles convidaram escritórios a responderem sua categorização para desvendar as complexas interdependências e auto-imagem de suas posições políticas. Pela primeira vez o ArchDaily publica os resultados desse exercício.

Conheça os interiores do novo Museu de Design de Londres

Este mês, o Museu de Design de Londres inaugurará oficialmente sua nova sede em Kensington High Street. O projeto, realizado através de uma colaboração do OMA com o escritório londrino Allies & Morrison, interferiu sensivelmente em um monumento tombado, transformando seus interiores em galerias contemporâneas. Para John Pawson -- que foi encarregado de criar "uma série de espaços calmos e atmosféricos" organizados em torno de um grande átrio -- o projeto é sua primeira grande obra pública.

Planta do mezanino Planta do segundo pavimento Planta do térreo Planta do primeiro pavimento + 17

Clássicos da Arquitetura: Centro Rosenthal de Arte Contemporânea / Zaha Hadid Architects

A crença de que um edifício pode se misturar e se destacar ao mesmo tempo é incorporado pelo edifício do Centro de Arte Contemporânea Lois e Richard Rosenthal (CAC), localizado em Cincinnati, Estados Unidos. Embora sua volumetria pesada o faça parecer como um elemento escultórico independente e impenetrável, o Centro Rosenthal é, de fato, concebido para trazer a cidade para seu interior - para além das suas paredes e para cima, em direção ao céu. Este dinamismo inerente adapta-se bem a uma galeria que não possui uma coleção permanente, e está situado no coração de uma próspera cidade do Meio-Oeste.

© Paul Warchol © Helene Binet © Paul Warchol © Roland Halbe + 37

Clássicos da Arquitetura: Rampa de Esqui Bergisel / Zaha Hadid Architects

Situado no cume da Montanha Bergisel, sobre a pitoresca cidade alpina de Innsbruck, Áustria, a Rampa de Esqui Bergisel representa a encarnação contemporânea de um marco histórico. Projetado por Zaha Hadid entre 1999 e 2002, o edifício é um estudo de expressão formal: suas linhas fluidas e estética minimalista criam um senso de graça e movimento de alta velocidade, refletindo a sensação dinâmica de um salto de esqui em uma estrutura monumental que se destaca acima do centro histórico de Innsbruck e das encostas das montanhas ao redor.

© Helene Binet Courtesy of Zaha Hadid Architects Courtesy of Zaha Hadid Architects © Helene Binet + 27

Edifício no Porto de Antuérpia / Zaha Hadid Architects

© Helene Binet © Hufton+Crow © Hufton+Crow © Hufton+Crow + 41

Antuérpia, Bélgica