Arquitetura do Venezuela

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Arquitetura e assistência: reformulando a pesquisa sobre assentamentos informais

A quase sete quilômetros do verde do Parque Uhuru, no centro de Nairóbi, fica o assentamento informal de Kibera. É uma área cujo caráter urbano é composto por telhados de ferro ondulados, paredes de taipa e uma complicada rede de postes de energia. Kibera, neste momento, é um lugar bem conhecido. Muito já foi escrito e pesquisado sobre essa “cidade dentro de uma cidade”, desde suas questões de infraestrutura até sua navegação na pandemia do COVID-19.

Assentamentos ribeirinhos e o diálogo atemporal entre arquitetura e natureza

Os rios há muito são considerados as artérias da Terra, servindo como a essência das comunidades urbanas à medida que os assentamentos humanos desenvolveram seus abrigos ao longo deles. Séculos depois, a arquitetura ribeirinha permaneceu vital à medida que essas áreas se expandiam para além das tipologias residenciais e aproveitavam estruturas dinâmicas de uso misto e funções públicas. Por mais valiosas que possam parecer, essas paisagens trazem o risco de inundações inesperadas, aumento dos níveis de água ou secas completas, o que obrigou os arquitetos a projetarem ambientes construídos capazes de responder a essas mudanças abruptas. Então, como esses assentamentos foram construídos no passado e como a densificação urbana de hoje e os avanços tecnológicos influenciam na maneira como são construídos?

Arquiteturas improvisadas: o cenário das alturas

As cidades estão crescendo, e crescendo para cima. Isso está longe de ser um fenômeno contemporâneo apenas, claro, e por mais de um século, os arranha-céus têm sido uma parte integral dos cenários urbanos por todo o mundo. Esse crescimento urbano engloba uma rede complexa de processos – avanços em conexões de transporte, urbanização e migração, para mencionar alguns deles. O crescimento, no entanto, é muito frequentemente associado a um fracasso governamental em atender todas as demandas da população urbana. Assentamentos informais são nascidos disso: pessoas encontrando seu espaço por si próprias para viver em meio à falta de apoio do Estado.

Chile, Venezuela, Pavilhão da Diáspora Africana e Israel: conheça os vencedores da Bienal de Design de Londres 2021

O júri da Bienal de Design de Londres 2021 anunciou os pavilhões vencedores da terceira edição do evento. Respondendo ao tema Ressonância proposto pela diretora artística e curadora Es Devlin, a Bienal reuniu mais de 30 pavilhões para mostrar como o design pode oferecer soluções para os desafios de nossos tempos – da sustentabilidade à globalização, da migração ao futuro da humanidade.

Sesc 24 de Maio de Paulo Mendes da Rocha e MMBB vence prêmio especial da XI BIAU

Em Assunção, Paraguai, a XI Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo apresentou hoje os vencedores da seção Panorama das Obras desta edição do evento, "todos fiéis ao espírito da XI BIAU: o habitar, o habitante", segundo a organização.

Peru, Equador e Venezuela, vencedores do V concurso de desenvolvimento urbano e inclusão social da CAF

Um projeto cuja metodologia se concentra em meninos e meninas como agentes de mudança nos bairros de Lima é o vencedor da quinta edição do concurso de desenvolvimento urbano e inclusão social do CAF. O concurso buscava propostas em cidades latino-americanas que proponham uma melhoria integral do habitat nas comunidades, especificamente a melhoria da qualidade de vida de seus cidadãos, e a integração de assentamentos espontâneos à cidade através da concepção e desenho de propostas inovadoras, relevantes, justificadas e viáveis.

Estes são os 20 finalistas do Prêmio Oscar Niemeyer 2018 para a arquitetura latino-americana

O júri do Prêmio Oscar Niemeyer apresentou as 20 obras finalistas da segunda edição do prêmio. Os organizadores procuram destacar bienalmente o melhor da produção arquitetônica "em momentos de inegável empoderamento e presença da arquitetura latino-americana no contexto internacional".

Últimos andares da Torre de David ficam inclinados após terremoto na Venezuela

A Torre de Davi, em Caracas, teve seus pavimentos superiores inclinados em 25 graus devido ao terremoto de magnitude 7,3 que afetou o norte da Venezuela, segundo declarações do ministro do interior do país, Néstor Reverol.

Espacio Rebelde: Pavilhão da Venezuela na Bienal de Veneza 2018

O futuro de uma cidade está intimamente ligado a seus espaços livres e públicos com uma função social marcante. Espaços livres em Caracas são espaços rebeldes para usos emergentes e insurgentes: reocupados, reavaliados e re-habitados para o desfrute das comunidades.

43 das 50 cidades mais violentas do mundo estão na América Latina. Por quê?

Com exceção daquelas cidades que enfrentam conflitos bélicos, as cidades mais violentas do mundo estão na América Latiba e Caribe, onde vive apenas 8% da população mundial, porém, onde se concentram 33% de todos os homicídios. O Instituto Igarapé, do Brasil, conta com seu Observatório de Homicídios e adverte que quatorze dos vinte países com as maiores taxas de homicídio se localizam na América Latina e Caribe. Paralelamente, o relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), do México, sobre as cidades mais perigosas do mundo, apresenta outro dado impressionante: 43 das 50 cidades mais perigosas do mundo estão em nosso continente. O que pode ser feito para mudar isso?