Arquitetura Portuguesa*

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A cidade na escala humana: espaços públicos com e sem pessoas

Durante os primeiros dias de quarentena em diferentes cidades do mundo pudemos ver ruas, praças e parques desertos. Uma das coisas mais desejadas em tempos pré-pandêmicos era a vida pública dos espaços urbanos. Nesse sentido, reunimos uma série de fotografias que ajudam a compreender a importância da presença humana aos espaços públicos das cidades. 

OODA projeta museu e sede da Liga Portuguesa de Futebol Profissional

Localizado em uma área marcada pela desigualdade e diversidade urbana, o edifício é uma afirmação ousada neste ambiente urbano e ajudará a desenvolver os bairros adjacentes.

Portugal em pequena escala: 15 projetos de arquitetura com menos de 25m²

Fazer mais com menos em áreas cada vez mais enxutas é uma premissa que se mostra urgente na atuação de arquitetas e arquitetos, sobretudo quando se constrói em regiões urbanizadas onde o valor do solo é, muitas vezes, a maior condicionante econômica do projeto. Esta é uma verdade em países como Portugal, por exemplo, onde a disponibilidade de lotes urbanos é escassa e os imóveis disponíveis para remodelações são, em geral, pequenos.

Conheça a capital portuguesa pelos ouvidos com o Open House Lisboa 2020

A 9ª edição do Open House Lisboa, que acontece nos dias 26 e 27 de setembro, propõe um fim de semana de descoberta da cidade através de passeios sonoros narrados por personalidades da cultura: o arquitecto Gonçalo Byrne, o escritor Gonçalo M.Tavares, a comunicadora Inês Meneses, a cineasta Leonor Teles, a coreógrafa Lígia Soares, a jornalista Paula Moura Pinheiro, o historiador Rui Tavares e o músico Tomás Wallenstein.

Paisagens portuguesas: 12 projetos que exploram a relação entre o natural e o construído

A arquitetura moderna portuguesa tem reconhecida tradição em buscar soluções que exploram as virtudes da paisagem, seja integrando, seja tensionando os elementos naturais para criar paisagens outras que resultam da sobreposição da cultura com a natureza. Exemplos facilmente lembrados são a Casa de Chá Boa Nova e as Piscinas de Marés de Leça da Palmeira, ambas projetadas por Álvaro Siza, ambas respondendo, cada uma à sua maneira, à paisagem marítima e rochosa onde se situam.

O minimalismo contextualista de Eduardo Souto de Moura

Eduardo Elísio Machado Souto de Moura nasceu no Porto em 25 de julho de 1952, formou-se em arquitetura pela Escola de Belas Artes do Porto e iniciou sua carreira trabalhando com Álvaro Siza, com quem mantém até hoje uma relação profissional muito rica.

Reciclando edifícios: 10 projetos de reabilitação em Portugal

Reabilitar um edifício não é tarefa simples. Além de exigir sensibilidade aguçada para identificar e reconhecer o valor histórico das pré-existências – e, assim, decidir o que perduará no tempo e o que será substituído por elementos novos, coerentes com o programa atual –, trata-se também de uma estratégia que extrapola os limites do desenho e entra em temas como sustentabilidade e economia de meios. Afinal, estamos falando de reciclar uma estrutura, ou partes dela, e isso tem consequências tanto formais quanto ambientais.

Luís Pedro Pinto vence concurso para a expansão da sede da Ordem dos Arquitectos em Lisboa

Luís Pedro Pinto venceu o concurso para a expansão da sede da Ordem dos Arquitetos em Lisboa, Portugal. Selecionado entre os 66 trabalhos apresentados, o projeto faz parte de um concurso público e, segundo o júri, foi elogiado por “sua coesão, coerência e imagem unitária”.

O território sob a ponte – a obra de Carrilho da Graça em Ribeira da Carpinteira

Foi em 1972 que o historiador norte-americano George Kubler propôs o termo “plain architecture” para definir a arquitetura portuguesa entre a metade do século XVI e o início do século XVIII. Enquanto em sua grafia nativa, a tradução do termo entendia o estilo português como simples, o uso do adjetivo designa uma geometria pouco complexa, que remete ao abandono do ornamento manuelino nas construções de igrejas e conventos. Na tradução feita para a língua portuguesa, porém, o termo “arquitetura chã” reconheceu em seu próprio vocábulo a vocação tectônica da arquitetura lusa ao transpor a referência da geometria para o solo e resultou em uma caracterização clara e monossílaba a constante relação que se vê entre o construído (arquitetura) e o existente (chão, solo ou território). Para além da rigorosidade do desenho das formas portuguesas, o termo trata também de uma arquitetura que se amarra ao chão em seu sentido metafórico; uma arquitetura sempre alinhada com a compreensão do território em que se coloca.

Álvaro Siza, entre o moderno e o tradicional

Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira, ou simplesmente Álvaro Siza, nasceu em Matosinhos, Portugal, em 25 de junho de 1933. Sua primeira obra – quatro casas em Matosinhos – foi construída em 1954, antes mesmo de concluir seus estudos na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto (atual Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto – FAUP), o que veio a acontecer um ano mais tarde.

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