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Julia Brant

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Casas portuguesas: 15 casas em terrenos estreitos

07:30 - 10 Março, 2019
Casas portuguesas: 15 casas em terrenos estreitos, Casa do Arco / FRARI - architecture network. Imagem: © ITS – Ivo Tavares Studio
Casa do Arco / FRARI - architecture network. Imagem: © ITS – Ivo Tavares Studio

Muitas das soluções de projeto mais interessantes resultam das condições do local onde são construídas, seja pelo clima, pela disponibilidade de materiais e mão de obra, pelas técnicas construtivas e, sobretudo, pela forma com que esses critérios são pensados no contexto muito específico do lote em que se encontram. O terreno é, por excelência, o espaço para colocar em prática essas estratégias, e com cidades que apresentam cada vez mais parcelas de dimensões reduzidas, lidar com espaços estreitos para construir passa a ser uma realidade recorrente.

Casas brasileiras: 18 residências em terrenos inclinados

07:30 - 17 Fevereiro, 2019
Casas brasileiras: 18 residências em terrenos inclinados, Residência Quinta da Baroneza / Belluzzo Martinhão Arquitetos. Imagem: © Mariana Orsi
Residência Quinta da Baroneza / Belluzzo Martinhão Arquitetos. Imagem: © Mariana Orsi

Talvez uma das decisões mais importantes inerentes a um processo de projeto seja a forma de implantação dos volumes construídos dentro dos limites do terreno. Essa escolha pode render diversas virtudes à obra, desde uma boa orientação para receber luz natural, até funcionalidade em relação a acessos e distribuição de funções do programa. Um dos fatores centrais na hora de entender qual é a melhor forma de pousar um projeto sobre o chão é a inclinação do terreno.

Perdendo a escala: aeroportos vistos de cima

21:00 - 30 Janeiro, 2019
Aeroporto Jandakot, Austrália. Imagem de Nearmap. <a href='https://www.instagram.com/p/Bd1khcWFqIZ/'>Via Instagram</a>
Aeroporto Jandakot, Austrália. Imagem de Nearmap. Via Instagram

Em diversos momentos da história, a escala humana e a aproximação dos edifícios à dimensão sensível e vinculada ao corpo foram valores perseguidos pelos arquitetos e objeto de reflexão dentro da produção teórica do campo. Embora seja uma virtude que um espaço possa ser apreendido em uma relação direta entre pessoa e construção, existem situações, e mais do que isso, algumas escalas de projeto, que só podem ser percebidas a partir de um olhar mais distanciado. 

Casas brasileiras: 16 residências com telhado

07:30 - 23 Janeiro, 2019
Casas brasileiras: 16 residências com telhado, Casa FVB / Claudia Haguiara Arquitetura. Imagem: © Christian Maldonado
Casa FVB / Claudia Haguiara Arquitetura. Imagem: © Christian Maldonado

Frequentemente usada para se referir a qualquer tipo de cobertura, a palavra "telhado", a rigor, refere-se a um tipo específico composto por um ou mais planos inclinados conhecidos como "águas" sobre as quais são assentadas telhas. Isso diferencia o telhado de outras coberturas, como lajes planas, cúpulas e abóbodas. O ângulo de inclinação destas "águas" está diretamente relacionado à incidência de ventos na edificação e ao tipo de telha usada, sendo essencial para o escoamento de águas pluviais e resguardo do interior da casa.

Cidade versus água: entenda como Veneza foi construída

07:30 - 21 Janeiro, 2019
Cidade versus água: entenda como Veneza foi construída, Veneza, Itália. Imagem: <a href="https://www.flickr.com/photos/dalbera/6156556391/">dalbera</a> on <a href="https://visualhunt.com">VisualHunt.com</a> / <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/"> CC BY</a>
Veneza, Itália. Imagem: dalbera on VisualHunt.com / CC BY

Seja do ponto de vista do turista francês, da narrativa do filósofo Jean Paul Sartre, ou como ponto de partida das investidas desbravadoras de Marco Polo em suas Viagens, a cidade de Veneza faz parte de um imensurável repertório literário global, ocupando o lugar de objeto misterioso e belo que instiga qualquer um que se disponha a experienciá-la. Ela figura em livros de artes e história, quando o foco está nas grandes obras de arquitetura e artes visuais que a cidade carrega, ou quando há interesse nas divergentes e lendárias narrativas que dizem respeito à sua origem. Nos livros de ficção, a áurea calma de seus canais, as pequenas vielas, as cores e texturas de sua paisagem são plano de fundo para uma miríade de histórias imaginadas.

Casas brasileiras: 9 exemplos da arquitetura residencial vernacular

07:00 - 13 Dezembro, 2018
Casa de pau a pique. Imagem © Pedro Levorin
Casa de pau a pique. Imagem © Pedro Levorin

As expressões regionais da cultura de um país representam um dado significativo que ajuda a entender a relação do contexto e das condições específicas com as mais diversas formas de manifestação social. Essas nuances e singularidades dentro do âmbito da construção se traduzem no que pode ser entendido como arquitetura vernacular. Apesar de sempre ter existido, esse universo dos exemplares locais de arquitetura a partir de materiais, técnicas e soluções construtivas regionais veio a ser bastante estudado no Brasil na segunda metade do século XX, em um projeto de traçado da história arquitetônica nacional encabeçado por Lucio Costa.

Características e diferenças de 12 estilos arquitetônicos

07:00 - 3 Dezembro, 2018
Características e diferenças de 12 estilos arquitetônicos, © ArchDaily
© ArchDaily

Há muito tempo a história das civilizações vem sendo contada e ensinada de forma linear, com um sentido evolutivo, em prol de uma apreensão facilitada por uma didática mais direta. É fato que, muitas vezes, questionou-se esse método de pensar e organizar a forma como os eventos ou manifestações culturais aconteceram no decorrer do tempo, nas diversas partes do mundo, com suas especificidades que, muitas vezes, são deixadas de lado nas grandes narrativas históricas produzidas, sobretudo, no âmbito ocidental e, mais ainda, europeu.

A importância do corte na representação e prática arquitetônica

07:00 - 30 Novembro, 2018
A importância do corte na representação e prática arquitetônica, Instituto Moreira Salles © Nelson Kon
Instituto Moreira Salles © Nelson Kon

A compreensão da arquitetura enquanto campo trata, entre outras coisas, de sua linguagem e representação como síntese de uma série de esforços variados - qualidades construtivas, compositivas, espaciais e técnicas - que se articulam para culminar na obra construída. Para tanto, pensar na representação gráfica que pressupõem todos esses esforços é essencial, uma vez que ela representa, simultaneamente, procedimento e produto do fazer arquitetônico.

A natureza como coautora em projetos de arquitetura

07:00 - 29 Novembro, 2018
A natureza como coautora em projetos de arquitetura, Piscinas de Marés de Leça da Palmeira / Alvaro Siza. Foto: © Fernando Guerra | FG+SG
Piscinas de Marés de Leça da Palmeira / Alvaro Siza. Foto: © Fernando Guerra | FG+SG

Lidar com o contexto onde está inserido um projeto é parte essencial do exercício da arquitetura, seja negando ou incorporando os elementos preexistentes e as condicionantes do entorno nas propostas. Apesar dessa constante, entender o que há em volta como atuante direto nas decisões de desenho e organização do espaço vai além de simplesmente considerar boas vistas, ventilação natural ou orientação, trata-se de enxergar essas condições como agentes ativas nos projetos, isto é, como coautoras.

Os casos em que essa prática se faz mais notável são provavelmente aqueles que pensam os elementos da natureza nesse papel atuante, e essa é a postura adotada por alguns escritórios como verdadeiro partido inicial para o desenho dos espaços.

Entendendo a planta moderna: 10 residências icônicas

07:00 - 26 Novembro, 2018
Entendendo a planta moderna: 10 residências icônicas, Villa Tugendhat / Mies van der Rohe. © Alexandra Timpau
Villa Tugendhat / Mies van der Rohe. © Alexandra Timpau

Os "cinco pontos da nova arquitetura" de Le Corbusier funcionaram no século XX como o grande norte da produção arquitetônica em diversos países e são fundamentais para a compreensão do que foi o legado moderno nesse campo. Janelas em fita, fachada livre, pilotis, terraço jardim e, talvez o ponto mais expressivo, o conceito de planta livre, constituem o manifesto do arquiteto franco-suíço. Em termos de prática projetual, este último ponto significa distinguir estrutura e envoltória, permitindo a livre disposição de paredes divisórias que deixam, então, de cumprir uma função estrutural.

Diversas tipologias foram imbuídas desses princípios para uma nova arquitetura, e com os projetos residenciais não foi diferente. Outrora caracterizada por uma divisão de ambientes absolutamente clara e vinculada às dinâmicas domésticas, a casa, filtrada pelo discurso moderno, passara a ser flexível e passível de novas articulações espaciais.

Ninguém nasce moderno: as primeiras obras de mestres da arquitetura do século XX

07:00 - 22 Novembro, 2018
Ninguém nasce moderno: as primeiras obras de mestres da arquitetura do século XX

No âmbito da arquitetura, grande parte do século XX é marcada por uma produção que se lê, de modo geral, como moderna. As bases que configuram essa produção têm sido, há pelo menos seis décadas, objeto de discussão, reunindo opiniões divergentes sobre a verdadeira intenção por trás da gestalt moderna.

Casas brasileiras: 10 residências de vidro em planta e corte

07:00 - 19 Novembro, 2018
Casas brasileiras: 10 residências de vidro em planta e corte, Casa Redux / Studio MK27 - Marcio Kogan + Samanta Cafardo. © Fernando Guerra | FG+SG
Casa Redux / Studio MK27 - Marcio Kogan + Samanta Cafardo. © Fernando Guerra | FG+SG

A exploração plástica da arquitetura tem alguns espaços de experimentação possíveis dentro da prática de projeto. Propor formas, implantações e composições diversas é uma estratégia que ganha muito quanto aliada à investigação material nas obras. O vidro é um material que permite lidar com alguns dos componentes centrais do pensamento da arquitetura, isto é, iluminação natural, transparência e opacidade de superfícies, suspensão de limites espaciais e as relações visuais que se estabelecem entre partes de um edifício. Quando deslocado de sua concepção imediata de uso enquanto janela, o vidro pode representar estratégias para lidar com situações complexas de trabalho, enriquecer a qualidade espacial de um projeto ou, ainda, servir como elemento de equilíbrio entre noções de peso e leveza a partir de sua combinação com outros materiais como aço, madeira e concreto. 

Saiba como usar as diferentes escalas do desenho arquitetônico

07:00 - 5 Novembro, 2018
Saiba como usar as diferentes escalas do desenho arquitetônico, © ArchDaily
© ArchDaily

A atuação profissional de um arquiteto urbanista pode assumir inúmeras frentes graças à diversa composição curricular em grande parte dos cursos de graduação, com disciplinas que lidam com o desenho e o projeto em diferentes âmbitos. Dos grandes planos urbanos às reformas de apartamentos, da metrópole ao mobiliário, esses profissionais trabalham com objetos diversos, mas levam em comum sua ferramenta expressiva e de comunicação de ideais, o desenho e as maquetes.

Seja qual for o propósito de projeto, o desenho está presente enquanto forma de representar a realidade, ideias, especulações, concepções. A escala, fator que estabelece o nível de leitura que se deve fazer dessas representações, determina o vínculo entre o mundo real e as dimensões do desenho ou maquete - não por acaso, a escala 1:1 é conhecida também como "escala real". 

13 Projetos que celebram o espaço da democracia

07:00 - 2 Novembro, 2018
13 Projetos que celebram o espaço da democracia, São Paulo, Vão Livre do MASP. 2014. Image © Mauro Restiffe. Cortesia de Instituto Moreira Salles
São Paulo, Vão Livre do MASP. 2014. Image © Mauro Restiffe. Cortesia de Instituto Moreira Salles

Nos últimos anos, vários movimentos Brasil afora e em diversos países fizeram grande serviço à sociedade reiterando a necessidade de ocupar os espaços públicos das cidades de forma a reivindicar qualidade e liberdade de uso para os bens coletivos. Como exemplo, temos no Brasil o Movimento Ocupe Estelita no Recife que, por meio de uma luta frente à crescente especulação imobiliária na região, confrontou as intenções mercadológicas do desenho urbano agressivo nas margens do Capibaribe. Foi a partir de alguns casos como esse que, em entrevista à organização Fora, o professor, crítico e curador Guilherme Wisnik tratou da questão do espaço público enquanto espaço de conflito.

Dia das Crianças: brinquedos e artefatos lúdicos projetados por arquitetos e designers

07:00 - 12 Outubro, 2018
Dia das Crianças: brinquedos e artefatos lúdicos projetados por arquitetos e designers, Wooden Dolls / Alexander Girard. © Vitra
Wooden Dolls / Alexander Girard. © Vitra

As experiências lúdicas foram e são lugar de pesquisa e experimentação por parte de profissionais das mais diversas áreas. Interessados em estabelecer um diálogo sério e compromissado a partir de um assunto leve, que rendeu iniciativas bastante interessantes em vários campos ao longo do tempo, esses agentes colocam em debate o potencial das ferramentas que despertam tais situações ligadas ao prazer, à imaginação, à diversão e, em muitos casos, à infância.

No campo da arquitetura, projetos notáveis fizeram uso da estratégia lúdica na construção de seus espaços. Exemplo importante dessa abordagem são os projetos das Escolas Apollo, do holandês Herman Hertzberger, edifícios alinhados a uma vertente vanguardista de ensino básico, que materializam nos projetos preceitos referentes a uma proposta pedagógica que tinha como um de seus nortes o sentido lúdico e coletivo do aprendizado infantil.

Ford T e o papel da indústria na construção civil

07:00 - 1 Outubro, 2018
Concessionária Disbrave / João Filgueiras Lima (Lelé). Imagem via Disbrave
Concessionária Disbrave / João Filgueiras Lima (Lelé). Imagem via Disbrave

Em 1º de Outubro de 1908 a Ford lançava no mercado norteamericano seu modelo que inaugurou a indústria automobilística e estabeleceu novos rumos para a produção industrial em massa na época, o Ford T. Inspirado em sistemas fabris de indústrias de armas e máquinas de costura, a partir de 1913 Henry Ford implementa o processo de produção serial e a linha de montagem para esse modelo de carro seguro, simples, confiável e, sobretudo, barato.

O barateamento no processo de fabricação a partir da operação industrial empreendida por Ford foi tão notável que no ano de seu lançamento o modelo T custava US$ 850, e conforme os processos produtivos foram se aperfeiçoando em um sistema massivo e serial de produção, em seu último ano de fabricação, 1927, o carro valia US$ 290. A inserção do automóvel em uma operação fabril deixou para trás a produção artesanal das peças e otimizou custos, tempo e logística para esse mercado. 

"This building will balance": Mies van der Rohe e a arquitetura paulistana

07:00 - 31 Agosto, 2018
Crédito da imagem: SHULZE, Franz DANFORTH, George E., Consulting Editor; “The Mies van der Rohe Archive, The Museum of Modern Art, An Ilustrated Catalogue of the Mies van der Rohe drawings in the Museum of Modern Art. Part II: 1938-1967, the American Work. Volume 17 (Ron Bacardí y Compañia, S.A. Administration Building (Cuba) and another Buildings and Projects)”; Garland Publishing, Inc., N.Y. and London, 1992
Crédito da imagem: SHULZE, Franz DANFORTH, George E., Consulting Editor; “The Mies van der Rohe Archive, The Museum of Modern Art, An Ilustrated Catalogue of the Mies van der Rohe drawings in the Museum of Modern Art. Part II: 1938-1967, the American Work. Volume 17 (Ron Bacardí y Compañia, S.A. Administration Building (Cuba) and another Buildings and Projects)”; Garland Publishing, Inc., N.Y. and London, 1992

Percorrer a sequência de croquis do projeto para o Consulado dos Estados Unidos em São Paulo, feito por Mies van der Rohe entre 1957 e 1962, e encontrar em uma das pranchas o comentário This building will balance! (1) é uma experiência representativa do que foi a influência do arquiteto alemão naturalizado nos Estados Unidos para a produção brasileira, sobretudo a paulista.

Três momentos na fotografia de arquitetura

07:00 - 19 Agosto, 2018
Três momentos na fotografia de arquitetura, Bernd Becher, Hilla Becher. Framework Houses, 1959-73. © 2018 Hilla Becher. Crédito: MoMA; presente de Hilla Becher. Sob termos de "Fair Use"
Bernd Becher, Hilla Becher. Framework Houses, 1959-73. © 2018 Hilla Becher. Crédito: MoMA; presente de Hilla Becher. Sob termos de "Fair Use"

A partir dos primeiros experimentos realizados pelo francês Joseph Niépce em 1793, e de seu primeiro teste de maior sucesso em 1826, a fotografia tornou-se objeto de exploração e recurso de registro de momentos vividos e lugares do mundo. Dentro do amplo espectro da produção fotográfica ao longo da história, em vários casos a arquitetura desempenhou papel protagonista nos registros, seja pela perspectiva da fotografia enquanto arte, documento ou, como foi muitas vezes, instrumento de construção de cultural.

Com grande autonomia enquanto prática e debate particular dentro desse tema, a fotografia de arquitetura tem a capacidade de reiterar uma série de aspectos expressivos das obras retratadas, tensionar a relação das mesmas com seus entornos, propor leituras específicas ou genéricas dos edifícios, entre outras possibilidades de investigação.