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Julia Brant

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

6 Interiores de aeroportos que tornam a experiência dos passageiros mais confortável

Aeroporto Internacional Fort McMurray / office of mcfarlane biggar architects + designers. Imagem: © Ema Peter
Aeroporto Internacional Fort McMurray / office of mcfarlane biggar architects + designers. Imagem: © Ema Peter

O pensamento arquitetônico em relação às obras com programas de infraestrutura, tendem, em geral, a balizar sua reflexão nas questões relativas à implantação, organização de fluxos, dinamização e boa articulação de seu uso, uma vez que costumam ser projetos ligados a um grande contingente de usuários e múltiplos usos simultâneos. Embora a grande escala seja certamente um norte inevitável para esse tipo de programa, em alguns casos, pensar em formas de ambientar as áreas internas destas construções é uma demanda tão importante quanto, sobretudo em casos como os dos aeroportos, locais onde a espera e a pausa são atividades contínuas e impostas a praticamente todos os usuários.

17 Estações intermodais que mesclam projeto de transporte e infraestrutura urbana

Um dos cernes do pensamento urbanístico é, e foi historicamente, o planejamento dos grandes equipamentos e infraestruturas de transporte nas cidades. Esses são projetos que lidam com uma diversidade de aspectos de um programa que, em geral, responde a demandas coletivas no espaço público, e por isso costumam ser construções de grande escala para amparar grandes fluxos de circulação e funcionar como verdadeiros articuladores das formas de se deslocar no espaço urbano.

A razão de ser e o problema a enfrentar: São Paulo e as águas

Todo ano, os meses chuvosos de verão representam o momento em que surge nos meios de comunicação um enorme contingente de notícias relatando os devastadores efeitos das enchentes na vida dos cidadãos e no território da cidade de São Paulo. É como se nesse período, as plataformas de diálogo se transformassem em palco para o informe do caos e de problemas aparentemente intransponíveis com os quais centros urbanos devem lidar no seu trato cotidiano com a água.

11 Exemplos de mobiliário feitos com materiais aparentes

Casa Angatuba / messina | rivas. Imagem: © André Scarpa
Casa Angatuba / messina | rivas. Imagem: © André Scarpa

A ideia de "verdade dos materiais" é uma máxima cultivada no âmbito da arquitetura como forma de preservar a possibilidade de compreensão e funcionamento das partes que compõem os edifícios. Embora remonte ao momento em que o discurso moderno era protagonista para o norte do fazer prático, esse partido se mantém em diversas propostas até hoje pelas mais diversas razões, desde a referência à continuidade essa ideia, até as possibilidades expressivas que manter os materiais de forma bruta pode representar para os ambientes construídos.

17 Projetos que exploram o potencial da madeira aparente

Poucos materiais respondem tão bem à multiplicidade de usos quanto a madeira. Ela figura dos menores objetos decorativos às peças estruturais de edifícios verticalizados, e é responsável por agregar um caráter marcante aos projetos quando mantida aparente. Sua pluralidade de tons, densidades, padrões e sua organicidade fazem com que a madeira também represente um elemento especial e único, que confere às propostas um sentido de acolhimento, aconchego e receptividade de forma quase instantânea.

Cidade versus água: entenda como Veneza foi construída

Seja do ponto de vista do turista francês, da narrativa do filósofo Jean Paul Sartre, ou como ponto de partida das investidas desbravadoras de Marco Polo em suas Viagens, a cidade de Veneza faz parte de um imensurável repertório literário global, ocupando o lugar de objeto misterioso e belo que instiga qualquer um que se disponha a experienciá-la. Ela figura em livros de artes e história, quando o foco está nas grandes obras de arquitetura e artes visuais que a cidade carrega, ou quando há interesse nas divergentes e lendárias narrativas que dizem respeito à sua origem. Nos livros de ficção, a áurea calma de seus canais, as pequenas vielas, as cores e texturas de sua paisagem são plano de fundo para uma miríade de histórias imaginadas.

Casas brasileiras: 25 residências urbanas

Apesar da atual tendência à verticalização das grandes cidades, as casas ainda são elementos tradicionais em diversos contextos urbanos e continuam se atualizando com o passar dos anos. Projetar uma casa na cidade envolve uma série de condicionantes específicas aos edifícios, e o virtuosismo da arquitetura nesses casos é buscar as oportunidades possíveis que lotes urbanos, em geral mais restritos em área, podem representar aos habitantes. Algumas propostas contrapõem o movimento cada vez mais visível de murar e isolar os ambientes residenciais, em condomínios ou grandes complexos habitacionais, e se lançam a estabelecer uma relação direta e amigável com o ambiente público, pela capacidade de compreensão de que a cidade tem uma série de interesses a oferecer ao desenho da arquitetura, mesmo quando privada.

Selecionamos um conjunto de projetos brasileiros de casas que lidam com a condicionante urbana a partir de respostas diversas e eficientes.

Sem água na obra: 11 projetos que utilizam técnicas de construção seca

Bar Mundial / Apiacás Arquitetos. Imagem: © Leonardo Finotti
Bar Mundial / Apiacás Arquitetos. Imagem: © Leonardo Finotti

Muito se discute a respeito das formas de reduzir o impacto ambiental que o mercado da construção civil gera, seja pelos resíduos que as atividades de canteiro tradicionais produzem, ou, ainda, pelo consumo de água vinculado aos processos produtivos que alguns tipos de edificação demandam. Os atuais movimentos de revisão destes parâmetros tradicionais da construção são impulsionados pela pauta ecológica, mas também, e talvez, sobretudo, respondem às possibilidades de melhorar a logística e rentabilidade dos processos do canteiro, tornando as obras mais ágeis e econômicas para quem constrói. A construção a seco é uma alternativa à qual o mercado tem recorrido, já que se trata de uma opção que promove uma obra rápida, limpa, eficiente e, em geral, com menor demanda material.

Características e diferenças de 12 estilos arquitetônicos

Há muito tempo a história das civilizações vem sendo contada e ensinada de forma linear, com um sentido evolutivo, em prol de uma apreensão facilitada por uma didática mais direta. É fato que, muitas vezes, questionou-se esse método de pensar e organizar a forma como os eventos ou manifestações culturais aconteceram no decorrer do tempo, nas diversas partes do mundo, com suas especificidades que, muitas vezes, são deixadas de lado nas grandes narrativas históricas produzidas, sobretudo, no âmbito ocidental e, mais ainda, europeu.

Água e espaços coletivos: 19 piscinas ao redor do mundo

Às vezes alguns elementos pontuais tomam uma proporção de destaque nos projetos de arquitetura, seja pela escala que assumem, ou pela possibilidade de proposição criativa que representam para o exercício de quem projeta. As piscinas são um bom exemplo desse tipo de elemento, já que sua condição de corpo d'água cria respostas muito diversas dependendo da sua situação de implantação nas obras. Elas podem ocupar espaços internos e externos, assumir desenhos dos mais variados, incorporar revestimentos que contribuem com cor aos espaços, além de serem um grande atrativo de uso coletivo nos projetos.

Casas brasileiras: 9 residências com jardim interno

O paisagismo é um componente fundamental em diversos tipos de projeto, sobretudo para pensar a integração das edificações com seus entornos e estabelecer articulações entre ambientes. O uso da vegetação confere diversas qualidades aos espaços, e apesar de figurar mais usualmente nas partes externas, o uso de jardins internos pode ser um fator de transformação total na atmosfera dos projetos.

Casas brasileiras: 11 residências com espelho d'água

No universo da arquitetura é recorrente que soluções técnicas ligadas ao conforto dos ambientes sejam transformadas em recursos expressivos ou detalhes únicos nos projetos. Esse é o caso dos espelhos d'água, dispositivos que contribuem amplamente com os parâmetros de conforto térmico nos edifícios e, ao mesmo tempo, funcionam como elementos de interesse estético que criam situações surpreendentes onde empregados. 

Casas brasileiras: 14 residências com grandes vãos

No âmbito da arquitetura e da engenharia, a palavra "vão" designa a distância entre dois apoios em uma estrutura, em geral em referência ao espaço ininterrupto entre pilares da trama de sustentação dos edifícios. Alguns vãos notáveis ficaram famosos por suas grandes e impressionantes dimensões, sobretudo em programas públicos, como é o caso do MASP de Lina Bo Bardi e do MuBE de Paulo Mendes da Rocha, ambos em São Paulo. No entanto, os grandes vãos podem representar generosidade espacial e liberdade visual em qualquer tipo de projeto, inclusive de menor escala.

A subversão da medianera em 5 projetos do escritório argentino Monoblock

Casa Castillo / MONOBLOCK. Imagem: © Javier Agustin Rojas
Casa Castillo / MONOBLOCK. Imagem: © Javier Agustin Rojas

A palavra espanhola medianera carrega um significado que, em português, poderia ser traduzido como “empena cega", no entanto seu sentido na língua hispânica ganha uma apreensão cultural e de vivência urbana se pensada em termos locais. Esse elemento arquitetônico que, ao mesmo tempo, parece separar e vincular lotes vizinhos de forma tão marcante, é recorrente em cidades da América colonizadas pela Espanha. No caso argentino, a cidade de Buenos Aires se consolidou a partir dos preceitos daqueles que chegaram ao território com as réguas da quadrícula e o rigor da organização ortogonal e se desenvolveu a dentro dessa lógica que chegou aos dias de hoje a uma situação urbana recorrentemente marcada pela presença desses elementos duros e aparentemente inadiáveis que são as medianeras.