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Artigos

Estudantes japoneses projetam e constroem uma casa de palha aquecida através de compostagem

Um grupo de estudantes japoneses da Universidade de Waseda projetaram e construíram uma inovadora casa de palha aquecida através de compostagem agrícola. Durante os meses frios, a palha seca se converte em adubo para a calefação, e os odores resultantes deste processo são manejados através do método japonês bokashi. O composto natural pode gerar até 30º C de calor durante até 4 semanas.

Mais informações e imagens a seguir.

© Lixil © Lixil © Lixil © Lixil + 8

Arte e Arquitetura: Estruturas Flutuantes por Andy Welsh

Hoje apresentamos o trabalho do artista britânico Andy Welsh, através da série "Estruturas Flutuantes". Esta proposta visa distorcer a imagem tradicional dos edifícios fotografados, para mostrar que estes "podem adquirir uma personalidade totalmente nova, quando capturados fora do contexto e manipulados digitalmente".

Mais imagens abaixo.

© Andy Welsh © Andy Welsh © Andy Welsh © Andy Welsh + 9

Elevator B(ee): um arranha-céu / colmeia para resgatar abelhas em perigo de extinção

O grande declínio da população de abelhas selvagens tem preocupado especialistas nos últimos anos. Com o objetivo de proporcionar um melhor habitat para seu desenvolvimento e preservação, um grupo de estudantes de arquitetura da Universidade de Buffalo projetou e construiu um "arranha-céu" de aço composto por painéis perfurados parametrizados que permitem a ventilação e iluminação natural em seu interior.

Mais informações e imagens na sequência.

© Equipo de Estudiantes, University at Buffalo © Equipo de Estudiantes, University at Buffalo © Equipo de Estudiantes, University at Buffalo © Equipo de Estudiantes, University at Buffalo + 10

Uma liturgia do consumo: Os detonadores de transformação na cidade

Frente a retirada, a desarticulação e o gradual enfraquecimento da indústria na região metropolitana (de Buenos Aires), no começo da década de 1980 iniciou uma nova fase de transformações territoriais sobre os espaços que esta retirada oferecia. Uma importante e acelerada modernização se levou a cabo na distribuição comercial, que ocupou os espaços que a indústria tornou ociosos.

Por uma parte, se incorporou inovação tecnológica e organizacional no comércio de varejista e, por outra parte, se implantaram sociedades com capitais internacionais. Os novos centros de comércio tenderam a adotar a forma de megarecintos desvinculados do espaço público, que privilegiaram o uso do automóvel particular através de uma eficiente conexão com a rede viária.

Cinema e Arquitetura: "Medianeras"

Hoje em Cinema e Arquitetura apresentamos "Medianeras" (2011), filme do diretor argentino Gustavo Taretto.

Como explica seu diretor, o filme é construído sobre quatro pilares: a cidade (neste caso Buenos Aires), caótica, imprevisível mas também atrativa / a solidão urbana, a convivência diária com desconhecidos perfeitos, que são indiferentes entre si / a incomunicação, a tecnologia, pensada para nos conectar, paradoxalmente nos separa / a busca do amor, a dificuldade de duas pessoas que vivem na mesma quadra e são "almas gêmeas" se encontrarem. Além disto, o roteiro do filme possui ótimas cenas para quem gosta de arquitetura. Diálogos que nos apresentam um pouco sobre a arquitetura de Buenos Aires e outros que refletem o papel da Arquitetura no cotidiano das pessoas. Mais informações e o trailer oficial do filme em seguida.

Cinema e Arquitetura: "Medianeras" Cinema e Arquitetura: "Medianeras" Cinema e Arquitetura: "Medianeras" Cinema e Arquitetura: "Medianeras" + 5

London Calling: Arquitetura pública, de dentro para fora

Por sua natureza, a arquitetura possui uma presença pública óbvia e poderosa. Independentemente de sua função, os edifícios constituem o pano de fundo material da vida pública; o projeto de cada edifício impacta a cidade e a experiência daqueles que nelas vivem e trabalham. A arquitetura, no entanto, é mais que um cenário. Enquanto que alguns edifícios "icônicos" agem como objetos, muitas vezes vaidosos para exibir aspirações e egos de arquitetos e clientes, o espaço dentro e ao redor desses edifícios é, como nos demais, público: compartilhado, usado por comunidades de pessoas, com efeitos psicológicos e emocionais em muitos de nós. Pense em lojas pequenas e grandes, bancos, escritórios e muitos outros que, mesmo sendo privados, desempenham papéis importantes na vida pública cotidiana.

É o interior destes edifícios coletivos que tem sido progressivamente rebaixado conforme arquitetos e clientes trabalham juntos para maximizar o impacto de seu exterior. Ora, a vida de um edifício público, seja ele um tribunal ou um shopping center, não cessa uma vez que adentramos neles.

Pensamento Panorâmico / Buckminster Fuller

Disciplina Pensante

Eu irei revisar dois ou três modos em que me disciplinei em tentar pensar de uma maneira mais adequada sobre o que nós sabemos do nosso Universo e o que pode estar acontecendo, e em tentar ter as coisas um pouco mais proporcionadas. Nessa instância, eu gostaria de mostrar uma imagem da nossa galáxia Via Láctea.

Projetistas não entendem de ciência (e isso é perigoso)

Os projetistas hoje em dia parecem amar as novas idéias oriundas da ciência. Eles as assimilam como analogias, metáforas e, em alguns casos, ferramentas para gerar novos projetos surpreendentes. (Algoritmos de informática e formas virtuosas são exemplos disto). No entanto, metáforas sobre a complexidade da cidade e suas estruturas adaptáveis não são a mesma coisa que a complexidade real da cidade.

O problema é que esta confusão pode causar resultados desastrosos. Pode inclusive contribuir para o lento colapso de toda uma civilização. Podemos pensar que a diferença entre metáfora e realidade é tão óbvia que nem vale a pela mencionar. Mas ainda assim tal confusão permeia o mundo atual do design e arquitetura, e se espalha a partir daí para a cultura geral. Ela desempenha um papel fundamental na expectativa delirante de que as metáforas poderiam dar origem a realidade.

Psiquiatras falam disso como sendo uma confusão conhecida como "pensamento mágico": se nossos símbolos forem bons o suficiente, então a realidade os acompanhará. Nas mãos de projetistas isto se torna algo muito perigoso.

Mais após o intervalo...

Arte e Arquitetura: Instalações / Esther Stocker

Até que ponto pode-se alterar o espaço arquitetônico?

Espaço. Esse conceito tão assumido na arquitetura. Esse germe gerador de toda a essência e hamonia arquitetônica. Projetado desde a estaticidade idealizada da mente do arquiteto, qualificado pela luz, ativado pela presença humana, variante.

E se a percepção deste espaço se altera? O que acontece quando a arte se mistura com a arquitetura numa única abstração? Hoje entramos no conceito de Instalação de Arte Contemporânea. Nesta disciplina artística, a obra se compõe por uma interação indissociável entre o próprio espaço como meio e o fato a expressar. Assim, encontramos projetos que utilizam como meio a paisagem natural (em inglês, land art), o entorno urbano (instalação urbana), o próprio espaço arquitetônico de exposição, como é o caso.

Obra com vocação de mudança: o resultado será diferente dependendo do espaço em que ele se situe e o diálogo com ele mesmo. Por sua vez, o rígido espaço construído mudará sua linguagem e expressão graças a suas entranhas criadoras de experiências sensoriais.

Dentro desta disciplina, apresentamos a obra da italiana Esther Stocker, que altera a leitura da arquitetura que a abriga através da confusão, influenciada pelas correntes cubistas.

Cinema e Arquitetura: "L'Architecture d'aujourd'hui"

"L'Architecture d'aujourd'hui" ("A Arquitetura de Hoje" - tradução livre) é a mais antiga revista de arquitetura na França. Fundada por André Bloc em 1930, teve papel fundamental na propagação do discurso e imagem da arquitetura moderna. Nesse mesmo ano, a revista produziu uma série de documentários dirigidos por Pierre Chenal, apresentado em Paris em Maio de 1931.

Hoje em Cinema e Arquitetura apresentamos o documentário intitulado "L'Architecture d'aujourd'hui", focado no trabalho de Auguste Perret, Robert Mallet-Stevens e Le Corbusier, que também foi co-roteirista do filme.

Mais informações a seguir.

"Star" Architects: a história de 4 arquitetos que chegaram a Hollywood

Nos últimos anos, canais de informação como The New York Times e CNN têm caracterizado as lutas dos arquitetos citando estatísticas de desemprego extremo que atingem 13,9% para os recém-formados, o mais alto dentre todos os cursos nos Estados Unidos. Muitos escritórios de arquitetura ainda estão relutantes em contratar novos arquitetos em tempo integral para suas equipes, e muitas vezes os estudantes e recém-formados continuam sem trabalho. Cerca de 40% dos licenciados em Arquitetura têm buscado trabalho fora da profissão de arquitetura, e o Conselho Nacional de Arquitetura relata que atualmente existe 26.850 alunos matriculados em cursos de arquitetura, podemos supor que ao longo dos anos seguintes 10.000 novos arquitetos irão seguir seus caminhos em outras ocupações.

Um dos campos mais criativos e bem vistos que podem oferecer a um arquiteto, de uma ampla gama, é a indústria cinematográfica. E, de fato, aqueles com antecedentes de arquitetura têm feito a transição para a indústria do cinema há décadas. Nossa linha do tempo mostra exemplos de pessoas que estudaram arquitetura que têm desfrutado de um enorme sucesso na indústria do cinema nos últimos 80 anos, como atores, cenógrafos ou diretores.

Leia mais sobre suas histórias (incluindo como Jimmy Stewart passou da arquitetura para o cinema) após o intervalo... 

Arborizando Arranha-céus: entrevista com Lloyd Alter

Com conclusão prevista para o fim do ano, Bosco Verticale, do Boeri Studio, será a primeira floresta vertical do mundo. O projeto conquistou diversos adeptos, assim como detratores. Sobre essa polêmica, Lloyd Alter - arquiteto, entusiasta do design sustentável e editor-chefe do site Treehugger, chamou-o de "o render que gerou mil posts em blogs".

E talvez nenhum outro blogueiro tenha causado tanta comoção na comunidade arquitetônica quanto Tim De Chant, que implorou "podemos, por favor, parar de colocar árvores em arranha-céus”? O artigo de De Chant iniciou um turbilhão de comentários dos leitores do ArchDaily, debatendo vigorosamente, contra e a favor, a ideia de colocar árvores em edifícios.

Para chegar ao centro da questão conversamos com o próprio Lloyd Alter sobre florestas verticais e os verdadeiros desafio e ganhos que apresentam. Lloyd é um contribuidor frequente para publicações como Inhabitat e The Huffington Post; Também leciona na Ryerson University of Interior Design.

Para além do High-Line: reimaginando espaços públicos em nosso futuro urbano


Aqueles entre nós que estão envolvidos com a construção de cidades são frequentemente requisitados a realizar feitos complicados. Construir um arranha-céu de 632 metros de altura e nele o elevador mais alto e rápido do mundo, funcionando em velocidades superiores a 60 km/h. Construir um centro de processamento de dados em Houston que produz sua própria eletricidade (útil durante um furacão) e aproveita a água pluvial. Ou simplesmente projetar um edifício de escritórios que faça as pessoas felizes por ir trabalhar.

Mas um dos maiores desafios que encaramos hoje requer, talvez, uma de nossas melhores habilidades: criar espaços abertos que englobem todos, ou seja, feitos para todos.

Como disponibilizar para as pessoas nas cidades espaços públicos (parques, jardins, praças, mesmo ruas amplas e arborizadas) de convivência, respiros urbanos em nossos ambientes cada vez mais ocupados e disputados? 

Mais sobre a visão de David Gensler a respeito da reutilização dos espaços públicos a seguir.

China propõe arranha-céu pré-fabricado: revolução ou loucura?

O mundo da arquitetura se inquietou com a notícia de uma empresa de construção civil chinesa que planeja construir o edifício mais alto do mundo - e que o fará em apenas 90 dias utilizando prioritariamente técnicas de pré-fabricação.

A construção da torre de 838 metros de altura na cidade de Changsha, chamada Sky City One, estava prevista para começar em junho.

Após o projeto ter sido anunciado, conversamos com Christian Sottile, Diretor da Escola das Artes Construtivas da Savannah College of Art and Design, que nos apresentou sua visão do por que o projeto é um retrocesso para a vivência de arquitetura e urbanismo.

Mas nem todo mundo é tão cético frente ao Sky City One. Stan Klemanowicz, arquiteto e urbanista da Project Development Associates, de Los Angeles, contatou nossa equipe para esclarecer porque o projeto é, na realidade, algo revolucionário. Ele nos permitiu publicar sua resposta à crítica do Mr. Sottile.

Leia as opiniões divergentes de Sottile e Klemanowicz na continuação...

Cinema & Arquitetura: "Play Time"

Esta semana revisitamos um clássico, uma obra prima de Jacques Tati. No filme, Tati retrata o impacto problemático do modernismo na cidade e a forma como as pessoas interagem dentro dela.

O ambiente cuidadosamente pensado do filme mostra características do movimento moderno na época: repetição e regularidade (resultado da industrialização) são representados desde os menores objetos nos interiores até a escala do plano urbano da cidade. Aprecie este grande filme e conte-nos sua opinião sobre o olhar de Tati sobre o modernismo.

The Floating Waterscraper/ NRJA - um edifício de escritórios flutuante

Os arquitetos do escritório NRJA (No Rules Just Architecture) exploraram a ocupação dos atracadouros da ilha de Ķīpsala, em Riga, Letônia, a espera da atualização dos regulamentos construtivos do centro histórico da cidade. A proposta apresenta um edifício de escritórios flutuante - invertendo a lógica dos arranha-céus - que consideram o primeiro waterscraper (ou seja, um "arranha-águas").

Mais informações e imagens do modelo, a seguir.

Cortesia de NRJA Cortesia de NRJA Cortesia de NRJA Cortesia de NRJA + 9

Quantos quilômetros caminhamos durante uma manifestação?

"Para que serve a utopia?", perguntaram uma vez a Fernando Birri, cineasta argentino. "A utopia está no horizonte —disse Birri—. Eu sei muito bem que nunca a alcançarei. Porque se eu caminho dez passos, ela se distanciará dez passos. Quanto mais eu a busque, menos a encontrarei. Porque se vai distanciando à medida que eu me aproximo. Pois a utopia serve para isso: para caminhar."

Os mapas que apresentaremos neste artigo dizem muito mais do que nós possamos escrever. Quase todas as capitais do Brasil invadiram suas ruas com pessoas. Como sonhou uma vez o escritor uruguaio Eduardo Galeano, "os cachorros esmagarão os automóveis". Dessa vez, foram as próprias pessoas, com seus pés, suas mãos e suas vozes, que esmagaram os carros. Nesses dias de manifestações e protestos, as cidades brasileiras foram devolvidas a seus habitantes. Milhões de pessoas caminharam por primeira vez e de maneira única a sua cidade. As ruas foram, nesses dias, grandes parques lineares, grandes passeios da cidade.

Arte e Arquitetura: Ruína / Matthias Haker

Estas paredes falam. Aqui viviam pessoas. Aqui riram ou choraram. Havia banquetes, danças, beijos, pesadelos e tristezas. Aqui havia grandes histórias e pequenos momentos, agora coberto sob o peso da extinção, sob as sombras da decadência.

Algo apocalíptico dança entre as folhas secas que se acumulam na intersecção destas paredes, nas curvas sinuosas destas escadas. Algo assustador e, ao mesmo tempo, que chama para dentro, em direção à cena de um pôr do sol, fazendo a agonia da arquitetura.

Não é uma ruína. Nunca será esse acúmulo de pedras que parecem orgulhosos em qualquer praça, cercado por turistas armados com câmeras. Desmoronamento maquiado por restaurações, como quando uma mulher idosa que quer permanecer jovem e luta contra a passagem inexorável do tempo.

Estes edifícios não se vestem de vaidade, mas escondem seus segredos nas sombras. Mas, neste desamparo, também está escondida uma beleza íntima, descoberta pelo artista alemão Matthias Haker, que busca, acima de tudo para perpetuar este declínio lento, não só no filme fotográfico, mas onde se encontram silenciosamente, mantendo a destruição destas vênus arquitetônico .

Vencedor do Concurso Transitarte - Paradise Lost / PKMN Architectures.

PKMN [pacman] Architectures é um escritório e um coletivo fundado em Madrid em 2006 por quatro jovens arquitetos de diferentes partes da Espanha. Comprometidos com a contínua pesquisa dos temas de cidadania, identidade ou comunicação e, juntamente com a sua participação ativa através de inovadoras ações e intervenções urbanas que envolvem diferentes grupos sociais e vinculam o local as novas tendências contemporâneas, conseguiram, em um curto espaço de tempo, tornar-se uma referência inquestionável no cenário atual da arquitetura e paisagem, necessário para a compreensão dos novos processos sociais. Paradise Lost_another plastic techno utopia é a proposta com que Transitarte venceu o concurso organizado pelo Ministério da Educação, Cultura e Esportes, o primeiro concurso online de arquitetura com o intuito de trazer a arte contemporânea para áreas que precisam de infra-estrutura expositiva adequada.

© Javier de Paz © Javier de Paz © Javier de Paz  Vencedor do Concurso Transitarte - Paradise Lost / PKMN Architectures. + 10

Invasive Aesthetics: um manifesto para reviver a identidade arquitetônica em nações em desenvolvimento

Entramos em uma era de "modernização", liderada pelo mundo ocidental. Em nossos tempos de expansão demográfica sem precedentes, o desenvolvimento de infraestruturas está correndo para atender a demanda da oferta. Como arquitetos e designers, temos sido pressionados a adotar o consumismo. A globalização tem sido adotada como uma solução para o problema. Os países em desenvolvimento têm equiparado a prosperidade econômica e sucesso com a adoção da "arquitetura contemporânea", numa tentativa de demonstrar liderança e inovação. E voilà, temos uma paleta de edifícios elegantes para atender as necessidades da população, bem como para "modernizar" a nossa paisagem. Sem dúvida, imitar a fórmula de países tecnologicamente avançados atrairá olhares para nós

Bem, certamente sim, mas não necessariamente de uma forma positiva. Está se criando uma uniformidade arquitetônica global com projetos promovidos por "gurus arquitetônicos" ocidentais que são replicados em todo o mundo. Estamos negligenciando elementos contextuais vibrantes e, consequentemente, construindo um mundo genérico que carece de facetas humanas. Não seria uma tragédia se Paris, Veneza e Barcelona fossem semelhantes? Não lamentaríamos a vibração das ruas parisienses em torno da Torre Eiffel, o romantismo das águas de Veneza e a monumental Sagrada Familia, que domina os céus de Barcelona? Será que realmente queremos um mundo que é, basicamente, uma imagem espelhada dos Estados Unidos?

Mais na sequência...

Cadeira Alf / Signe Hytte

Alf é uma peça de mobiliário pequena, diferente e multifuncional concebida pela designer Signe Hytte. Ela é ao mesmo tempo um apoio para roupas, uma mesa e uma cadeira, e, com sua singularidade e personalidade peculiar permite muitos usos em diferentes espaços e situações.

I-Beam projeta escada feita de LEGO®

Cortesía de i-Beam
Cortesía de i-Beam

Este apartamento localizado em Manhattan, Nova Iorque, foi projetado pela equipe I-Beam. Em conjunto com os proprietários, ambos criativos e muito interessados no desenho do espaço, organizaram o programa e as atividades domésticas de modo flexível.

Reflexões sobre o Horizonte

I. O Horizonte em quanto tal não existe.

Serie Eroded / I M Lab

A série Eroded (erodida) é uma série de objetos criados por Alessandro Isola y Supriya Mankad do estúdio de design I M Lab, que foram inspirados pelo processo natural de erosão - onde um material sólido como a pedra fica como que devorado por um processo exógeno como o fluxo do vento ou o fluxo de água. Este acontecimento não somente resulta na mudança da qualdiade do objeto sólido (como sua suavidade ou a exposição da qualdiade interna do elemento), mas também conduz para a formação de superfícies e cavidades que se convertem em diferentes tipos de habitabilidades.

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