
A escolha pelo uso de carros particulares é compreensível para além da chamada “cultura do automóvel”. A possibilidade de um transporte que leva da origem direto ao destino, com horário flexível e que oferece sensação de segurança justifica seu uso, especialmente em locais onde os sistemas de transportes mais sustentáveis não atendem toda a população de forma satisfatória. Mas será que os motoristas realmente pagam pelos impactos que causam?
Pesquisadores explicam que um dos principais fatores atrativos à utilização dos carros é o fato dos motoristas pagarem apenas por uma pequena fração do custo real de dirigir. A infraestrutura ofertada é o que economistas denominam como “bem livre”, ou seja: quanto mais opções confortáveis ao automóvel, mais rapidamente a demanda por ele crescerá.




