A arte da ficção: a figura do arquiteto no cinema

A arte da ficção: a figura do arquiteto no cinema

As relações entre arquitetura e o cinema é tema recorrente nos episódios do Arquicast. São dois tipos de arte, com propósitos diferentes, mas que se complementam e influenciam mutuamente, através de atributos comuns como a ativação da memória coletiva, a valorização da imagem como uma forma de linguagem e o poder de provocar sentimentos e sensações nos usuários/expectadores. A equipe responsável pelo podcast gosta tanto de falar sobre cinema que criou uma série específica sobre isso e já realizou uma dezena de episódios sobre o assunto.

Mas o debate de hoje tem uma premissa diferente: o foco aqui é o profissional de arquitetura enquanto personagem, visto através das lentes dos diretores e da criatividade dos atores e atrizes empenhados em representar arquitetos e arquitetas na ficção. 

Segundo artigo em uma revista americana, que abordava os resultados de uma pesquisa interessada em ranquear as profissões mais retratadas pelo cinema, a arquitetura foi considerada a quinta atividade mais frequentemente atribuída aos personagens dos filmes de Hollywood. Surpreendente, não? E para debater o assunto a equipe convidou Bernardo Vieira e Gustavo Novais, presenças costumeiras no programa, para explorar o assunto.

Virginia Madsen em “Firewall”. Screenshot do filme
Virginia Madsen em “Firewall”. Screenshot do filme

A conversa abordou, dentre outros pontos, quais perfis e personalidades costumam estar associados, no cinema, à imagem do(a) arquiteto(a). E o quanto a ficção pode ajudar a entender como o profissional é visto aos olhos da sociedade. Um exercício de curiosidade, mas que revela alguns valores interessantes que merecem nossa atenção.

A profissão de arquitetura envolve a realização de um escopo de atividades e serviços bastante amplo. Há profissionais que atuam em frentes tão distintas quanto Planejamento Territorial, Modelagem Digital ou Mercado Imobiliário. Dentre as habilidades associadas a estas atividades podemos citar tanto capacidade de gestão e liderança, raciocínio abstrato e matemático, quanto criatividade e facilidade comunicacional. Difícil imaginar quais desses perfis de arquitetos e arquitetas têm maior apelo para a arte cinematográfica. 

Gary Cooper em “Fountainhead”. Screenshot do filme
Gary Cooper em “Fountainhead”. Screenshot do filme

Este episódio traz ainda algumas dicas e comenta sobre quais possíveis padrões culturais ajudam a construir e, por que não, desconstruir a nossa imagem social, ainda que hipoteticamente. E há de tudo um pouco: do arquiteto romântico e idealizador, até o gênio criativo e manipulador. 

Ouça o podcast aqui.

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Sobre este autor
Cita: Arquicast. "A arte da ficção: a figura do arquiteto no cinema" 10 Jul 2021. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/964632/a-arte-da-ficcao-a-figura-do-arquiteto-no-cinema> ISSN 0719-8906

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