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A resiliência urbana foi posta em cheque com a chegada da pandemia de forma acelerada e drástica nas cidades. A limitação de deslocamentos, contatos e acesso aos espaços públicos foi a estratégia mais eficaz de contenção do vírus. Mas a estrutura da cidade, somada à falta de políticas públicas emergenciais, revelou-se nada resiliente quando grande parcela da população teve que continuar percorrendo longos trajetos em transporte público para trabalhar em serviços essenciais, e também quando a saúde mental e física da população foi afetada pela falta de acesso a locais que possibilitassem a prática de exercício físico em segurança, evidenciando a precariedade de oferta desses espaços na cidade. A partir disso, as organizações SampaPé! e Metrópole 1:1 buscaram compreender como a situação da pandemia impactou as mudanças de uso dos espaços públicos, as sensações e experiências, as reflexões e os desejos de mudança, tanto na cidade quanto de hábitos. De forma que os resultados ajudem a traçar políticas públicas para uma cidade melhor.  Veja mais Veja a descrição completa
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