Diário de bordo, de Bogotá a Medellín: paisagens fluviais latino-americanas

Diário de bordo, de Bogotá a Medellín: paisagens fluviais latino-americanas

Ir à Colômbia, sendo brasileira, foi como reconhecer um país irmão. Em um mês, como participante do workshop Field Stations, registrei perspectivas pessoais das impressões que tive dos lugares visitados. O tema é a paisagem fluvial e os registros têm a fragilidade e subjetividade de um diário de bordo. A vontade de compartilhá-los é a de expressar essa identificação, de mostrar como vi semelhanças entre nós: problemas, complexidades e belezas, bem como a clareza e o reconhecimento de que unidos seríamos mais fortes. Vislumbra-se a ideia de eliminar as fronteiras invisíveis que nos afastam e de agregar povos subdivididos pelos colonizadores.

© Eloísa Balieiro Ikeda© Eloísa Balieiro Ikeda© Eloísa Balieiro Ikeda© Eloísa Balieiro Ikeda+ 26

Como coloca Bolívar, no contexto de celebração de tratados propostos pela Colômbia, em 1822, entre cinco repúblicas hispano-americanas:

A associação dos cinco grandes Estados da América é tão sublime em si mesma que não duvido que seja motivo de espanto para a Europa. A imaginação não pode conceber sem surpresa a magnitude de um colosso, que, à semelhança de Júpiter de Homero, fará a terra tremer à primeira vista. Quem resistirá à América unida de coração, submissa a uma lei e guiada pela tocha da liberdade?

Integrar a América Latina é uma ideia secular, cuja força a faz persistir e se tornar presente a cada encontro de seus residentes. Segue o relato da viagem:

O workshop Field Stations, na Colômbia, foi promovido entre julho e agosto de 2019 pelo Wright Ingraham Institute. O trajeto realizado por terra cruzou as cordilheiras dos Andes, de Bogotá até Medellín, passando por Armero, pela Reserva Natural de Rio Claro, em Sonsón, e pela cidade colonial de Santa Fé de Antióquia.

Aminha proposta para esse workshop está relacionada à pesquisa do doutorado em desenvolvimento. O resultado da pesquisa, uma sequência de desenhos que buscam responder e comprovar a hipótese colocada, foi apresentado na Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, 2019, no contexto das ConversasDesenhadas, promovidas pelo Laboratório de Projeto da FAUUSP.

PROJETO

Proposta: Compreender, analisar e registrar, em desenho e fotografia, as infraestruturas fluviais nos locais visitados.

Questão geral: Como construir nossa casa, da escala da unidade à macro escala, de modo a causar menos impacto, a atender necessidades vitais e culturais, a longo termo?

Hipóteses:

  1. A água é a espinha dorsal das paisagens, rurais e urbanas, nas diferentes escalas, de modo capilar e sistêmico.
  2. A promoção do uso integrado e eficiente dos múltiplos usos da água deve ser uma meta para o controle e construção das infraestruturas das águas.
  3. O uso do lazer, da recreação fluvial, em projeto esteticamente belo pela delicadeza e refinamento das técnicas e materiais empregados, é fundamental para a manutenção das infraestruturas construídas. É esse o uso que deve garantir a conexão dos habitantes com o seu espaço e o consequente interesse de proteção e manutenção dos recursos naturais.
  4. A cultura de projeto de arquitetura, desenvolvida na história da humanidade, deve ser a base para as construções. A incorporação de novas tecnologias desenvolvidas deve ter como ponto de partida as técnicas e materiais de uso já consolidado e comprovado. 

© Eloísa Balieiro Ikeda
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O croqui elaborado pela autora ilustra as situações de uso recreativo relacionado à água: contemplação, contato linha água - terra - com a possibilidade de se chegar próximo à beira do cais, e imersão.

1. Um teleférico para cruzar as cordilheiras: de Bogotá a Medellin

Nos limites da Colômbia, os Andes se dividem em três cordilheiras. As principais cidades, Medellín e Bogotá, encontram-se em cordilheiras opostas. A primeira, a Oeste, e a segunda, a Leste. O trajeto entre os dois polos urbanos é tortuoso, o equivalente a descer e subir um mar de montanhas somando um desnível de quase 11 mil metros. Os caminhos beiram as escarpas em percurso sinuoso, em sequência nauseante de curvas e mudanças de pressão e temperatura do ar. Em seis horas, deixa-se o clima ameno de Bogotá para se chegar ao clima úmido, quente e denso do vale do rio Madalena, principal do país.

Faz-se aqui um ensaio do que poderia ser um teleférico que ligasse as duas cidades. Ao invés do caminho em ziguezague pelas encostas íngremes das cordilheiras, o trajeto seria retilíneo. Ancorados por torres, os cabos de aço sustentariam cabines de passageiros e, sobretudo cargas. Rios Cauca e Madalena, nos fundos dos vales entre as cordilheiras, poderiam retomar a navegação até Barranquillas e Cartagena, no Mar do Caribe. A linha transversal de cabo-aéreo teria dois pontos de intermodalidade nos portos fluviais referentes. Paralelos aos rios, trilhos ferroviários fariam o percurso até os portos marítimos.

Essa proposta é inspirada no Cabo-aéreo Manizales-Mariquita que funcionou entre 1922 e 1961. O sistema transportava cargas de Manizales, a 2.150m, a Mariquita, a 500m de altitude. Por se tratar de uma região mais plana, de Mariquita a Honda, onde se situava o porto fluvial, as mercadorias eram levadas no lombo de burros. Eram 15km de percurso para se descer 270m em direção ao rio. Os cabos somavam 73km pontuados por 22 estações. O que era feito anteriormente em 10 dias por terra, com uso da força animal, passou a ser feito em 10 horas de viagem, com a velocidade de 2m/s. A concepção da ideia foi de Frank Koppel e o projetista, James Lidsay.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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2. Bogotá - sistema deabastecimento deágua

Bogotá fica a 2.640m de altitude, na encosta da cordilheira oriental dos Andes. O sistema de abastecimento de água da cidade ocorre pela força da gravidade. É formado por uma sequência de lagos de degelo. Os reservatórios naturais estão no alto da montanha que ladeia a cidade e que chega até 3.669m de altitude. Bogotá está no pé dessa cadeia montanhosa, na área do Planalto Cundiboyacense. Essa região de onde se capta água é parte do Parque Nacional Chingaza, um lugar que possui uma vegetação frágil e rara, de crescimento lento, o Páramo. A expansão urbana que avança sobre a área de proteção coloca em risco a integridade dessa natureza original.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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Uma das possibilidades de se garantir a preservação desse ambiente é a conscientização a respeito da importância desse lugar. Propõe-se aqui o desenvolvimento de atividade de turismo ecológico controlada, para que se incentive o reconhecimento publico de suas riquezas naturais. As intervenções são as mais delicadas possíveis, como o pontão ilustrado nos desenhos, que flutua sobre o lago. Essa plataforma tem a função de permitir o acesso ao lago de maneira mais segura, visto que entre terra e água, há uma faixa de vegetação subaquática com profundidade de 3 a 5m, que não oferece solo firme para a pisada. Apesar da aparência de um chão de musgo úmido, a sensação é de uma vegetação movediça. Uma pessoa desavisada que colocar os dois pés sobre essa faixa de transição entre terra firme e água pode afundar sem volta, não tendo onde apoiar as mãos para forçar a sua saída, visto que a planta não oferece resistência ao peso. Atualmente, para se aproximar da água é necessário pisar sobreas raízes de vegetações semelhantes a arbustos de capins grosseiros.

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Um mito muísca, população original da área, relata que essa ampla área de planalto era uma bacia de um grande lago. Uma divindade foi responsável pela abertura de uma queda d’água, Salto de Tequendama, que descia as cordilheiras até o rio Madalena. A cachoeira esvaziou o lago, que se transformou em uma área alagadiça de pântano. 

Povos que habitaram a região há 3 mil anos desenvolveram uma técnica de cultivo muito sofisticada adequada a essa área alagadiça, os camellones. Trata-se de um sistema de canais e plataformas, em que as águas rasas drenadas se aqueciam ao longo do dia e irradiavam calor nas noites frias, evitando o congelamento das plantações sobre a plataforma. O material dragado do fundo dos canais artificiais recompunha a plataforma e adubava a plantação. Essa prática ocupou grandes extensões do planalto e modificou a topografia e a paisagem do lugar. Até hoje ainda existem áreas em que as estrias dos canais construídos podem ser observadas de voos aéreos.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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Bogotá precisa de uma política pública que preserve seu ecossistema. É uma  das poucas capitais que tem águas de degelo disponível para abastecimento. E a qualidade e volume dessas águas dependem da preservação do seu entorno. Não à toa, os muíscas acreditavam que o lago de Chingaza era a mãe desse povo. A simbologia é fortalecida pelo papel que exerce até hoje.

3. Armero - sistema deirrigação

Armero foi uma cidade destruída pelas lavas do vulcão Nevado del Ruiz, em 1985. Mais de 20.000 pessoas morreram. No local, restam ruinas e ruas desertas. Uma pilha de sacos de arroz, da produção local, segurou o rio de lavas e protegeu parte da área rural e urbanizada. A Fazenda El Puente faz parte dessa área que permaneceu intacta.  Os desenhos que seguem ilustram o sistema de irrigação dos seus arrozais. Uma barragem no rio Lagunilla deriva águas para canais laterais que, por sua vez, bifurcam-se em canaletos que contornam toda a produção.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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4. Medellín-parquedorioMedellín

O Parque Botânico do rio Medellín teve parte de suas obras concluídas e entregues no final de 2018. Trata-se de um projeto de grande porte que tem qualidades, sendo a principal voltar as atenções e o olhar às águas, requalificar os espaços urbanos onde se inserem as moradias nas margens do rio e recriar um ambiente agradável, arborizado ao longo de um passeio. O projeto apresenta, a meu ver, algumas questões que podem ser consideradas na continuidade de sua implantação:

  • O uso da navegação não está contemplado no projeto. Essa possibilidade poderia ser estudada visto que se trata de um rio de grande porte que conecta uma sequência de cidades fluviais.
  • A linha água-terra poderia ter sido projetada de modo a aproximar as pessoas da água. No parque, um renque de arbustos densos de 2 a 3m de altura, ao longo das margens do rio, fecha a visão para o leito e anula a possibilidade de se descer a um nível de cais mais baixo, mais próximo do nível d’água. Dessa forma, do Parque do rio não se tem a possibilidade de avistar o próprio rio quando se está às suas margens.
  • O trecho de rampas de acesso ao túnel continua sendo uma barreira intransponível para se chegar ao rio.
  • O trecho de túnel ocorre em uma das margens e não se estende ao longo de todo o rio na área urbana. Para um projeto de parque fluvial, o rio sendo um eixo linear e contínuo e que atravessa a cidade, é importante que o parque também o seja, acompanhando as águas como um feixe de infraestrutura verde sem interrupções. É uma faixa de transição entre curso d’água e tecido urbano, com função de proteção ambiental, um corredor de microclima e bioma particular, fresco, úmido, contrastando com o calor e secura do concreto.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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5. Medellín- Bairro deMorávia

O Bairro de Morávia se constituiu a partir de uma ocupação irregular, autoconstruída, iniciada em 1950. A partir de 77 a área lindeira ao rio de Medellín começou a ser preenchida por rejeitos variados. Formou-se uma montanha de lixo de aproximadamente 30m de altura. Além da condição insalubre, o bairro era marcado pela violência do narcotráfico. Em 2003, ano que antecede as intervenções urbanas, o bairro contava com mais de 30 mil habitantes.

O Plano Parcial de Melhoramento Integral do Morávia, implementado entre 2004 e 2011, envolveu os moradores na busca da construção de espaços de mais qualidade e foi responsável por uma transformação urbana importante. O lixão deu lugar a um parque inteiro vegetado, ruas foram abertas ao longo do córrego e equipamentos públicos construídos. Dentre eles, o Centro de Desenvolvimento Cultural de Morávia, último projeto do arquiteto Rogelio Salmona, inaugurado em 2007. O conjunto de edificações se destaca por sua qualidade de espaço integrador, aberto às margens do córrego principal, funcional e esteticamente belo, construído com os tijolos típicos da região.

É preciso observar, entretanto, que as águas do córrego continuam recebendo esgoto e o tecido urbano que sobe as vertentes do rio ainda tem mobilidade restrita, pouca vegetação ou espaços públicos abertos. Os desenhos que seguem são de projeto de arquitetura para a infraestrutura urbana fluvial de Morávia. Propõem-se galerias de esgoto e águas pluviais paralelas ao canal, barragens móveis para controle das águas e arborização mais densa ao longo dos passeios fluviais.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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Morávia tem a vantagem de ser implantada em área de várzea do rio e, portanto, com diferenças de nível mais amenas. Outras áreas autoconstruídas da cidade se estendem pelas vertentes do rio Medellín, até o divisor de águas, chegando a mais de 600m de desnível em relação às águas, onde a cidade formal se consolidou. Ou seja, é preciso descer uma “Serra do Mar” para chegar ao centro da cidade. E a volta é pior. Conforme se sobe em altitude, os caminhos vão se estreitando, passando de uma rua com calçamento e calçadas, a ruas sem passeios, com largura para passagem de um veículo por vez, que se bifurcam em caminhos de terra batida somente para pedestres, e no extremo das ramificações viárias, trilhas onde é preciso escalar, ajoelhar-se para não perder o equilíbrio. O sistema de transporte de teleféricos é insuficiente. A distância entre estações é superior ao raio de conforto para acesso a pé e a rede de ônibus não é capaz de atender a capilaridade densa e tortuosa nas encostas dos morros. O direito à mobilidade, infelizmente, ainda é para poucos.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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6. SantadeAntióquiaimpluvium, os pátios internos  

Santa Fé de Antióquia é uma pequena cidade colonial fundada em 1541. As edificações históricas foram mantidas e reproduzem a cultura construtiva espanhola de influência árabe. As ruas de calçamento de pedra são áridas e as fachadas brancas das casas refletem o sol equatorial. Praças distribuídas na malha quadriculada oferecem sombra e espaços para mesas, bancos e feiras livres, além da vista para as igrejas que as emolduram. As praças, entretanto, não são as únicas áreas verdes. O pátio interno das casas, que se revelam pelas frestas das portas entreabertas, são espaços abertos e densamente arborizados. Cria-se um microclima úmido e sombreado, contrastante com a aridez das ruas emolduradas por fachadas contínuas. Os telhados do entorno construído conduz as águas ao pátio central, que por vezes formam um pequeno espelho d’água de chuva.

© Eloísa Balieiro Ikeda
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7. Jerusalén

Segue carta enviada à Junta Comunal de Jerusalém, pequeno vilarejo no município de Sonsón, em que se descreve breve proposta para o lugar.

Assunto: Proposta de melhorias urbanas e ambientais para a comunidade de Jerusalén

Apresento estudos preliminares de projeto de arquitetura de infraestrutura urbana para a comunidade de Jerusalém. Acredito que os primeiros desenhos aqui anexados podem ser desenvolvidos, revisados ​​e modificados para melhorar a qualidade de vida dos moradores desta área.

Aqui está uma lista de idéias de design ilustradas nos desenhos anexos:

1. Cidade ribeirinha

A comunidade de Jerusalém está estruturada ao longo da rodovia. A sua forma é bastante linear: por um lado as lojas e serviços estão virados para a estrada e, por outro, as costas voltadas para o rio.

A ideia é construir uma nova rua do outro lado do rio, em frente à margem onde ficam as casas. Esta rua cruzaria toda a comunidade, fazendo fronteira com o rio e o sopé do morro onde hoje é propriedade de uma cimenteira. A ideia é que esse terreno próximo ao rio tenha sua floresta reconstituída e consolidada como um parque comunitário. A empresa poderia ceder essa área como compensação dos impactos causados ​​por sua produção. Dessa forma, a parte de trás das casas se tornaria o rio, um parque e o caminho entre eles.

2. Parque do Rio

O parque seria ao longo do rio, no lado direito do vale. Seria uma importante infraestrutura de lazer verde e uma forma de reconstruir a mata ciliar ao longo do curso d'água.

3. Rodovia no trecho urbano transformada em avenida
4. Galeria de infraestrutura
5. Micro estação de tratamento de águas residuais

Espero que os desenhos sejam úteis para provocar uma discussão para melhorar as condições de moradia na comunidade de Jerusalém.

Coloco-me à disposição para futuras conversas sobre os projetos.
Respeitosamente,
Eloisa Balieiro Ikeda

© Eloísa Balieiro Ikeda
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Participantes do workshop field stations: 
Kevin Bone
Brendan Doyle
Andrea Pinochet
David Gouverneur
Nicholas Pevzner
Stephanie Carlisle

Outros pesquisadores participantes: Amy Willox, Arielle Milkman,Emma Podietz, Erich Wolff, Lily Raphael, Kirk Gordon, Rian Rooney, Vastavitka Bhagat, Yuri Paz.

Referências bibliográficas
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ALCALDÍA DE MEDELLÍN. Plan Parcial de Mejoramiento Integral del Barrio Moravia. Acesso em; 28 de Set. 2019.

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Sobre este autor
Cita: Eloísa Balieiro Ikeda. "Diário de bordo, de Bogotá a Medellín: paisagens fluviais latino-americanas" 03 Fev 2021. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/956122/diario-de-bordo-de-bogota-a-medellin-paisagens-fluviais-latino-americanas> ISSN 0719-8906

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