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Inserida na malha urbana da Foz Velha - Porto a moradia procura o equilíbrio entre a remanescencia da sua história conjugada com a contemporaneidade. Um facto que se estende desde a fachada que preserva e reabilita o nível inferior de acordo com o já existente, com um nível superior que assume uma linguagem formal própria. Os aros em aço salientes da parede servem assim não apenas de pingadeira, mas também de elemento de união cronológica. Atendendo ao espaço que se torna exíguo, urge potencializar a capacidade construtiva do local, alongando verticalmente o edificado. A moradia apresenta apenas uma fachada ampla, sendo ladeada por duas empenas cegas e um tardoz onde o espaço interior pode fugazmente respirar por um pequeno logradouro. A premissa deste enquadramento conduziu imediatamente para uma estrutura de pisos intermédios, no sentido de facilitar a ascensão ao espaço social da casa que se encontra à cota mais elevada. Esta verticalidade é acentuada por uma clarabóia de dimensão generosa conjugada com escadas  vazadas que permitem “chamar” o utilizador desde o momento da entrada. Os espaços privados, onde a utilização da madeira é predominante, tornam-se ocultos neste percurso. Veja mais Veja a descrição completa
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