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O lugar em que nascemos, onde moramos e as referências das cidades fazem parte da história e compõe nossa identidade. Será que conseguimos decifrar o que esses espaços nos contam? Será que podemos expressar nossa percepção sobre eles? O Vale do Anhangabaú anuncia parte essencial do desenvolvimento de São Paulo e integra o imaginário de quem construiu memórias ali. Esse artigo é um exercício de transcorrer diferentes temas para instigar múltiplas possibilidades, coletivas e individuais, reais e utópicas, de experienciar esse espaço.  “Vale-signo”: comunicação do espaço Os signos contam-nos a história, os processos de desenvolvimento e a cultura que formam nosso repertório. As leituras possíveis de signos construídos, como a composição da cidade, da paisagem, do edifício, do espaço público, ou de qualquer recorte espaço-tempo, tornam complexos seus caminhos de interpretação e entendimento. São objetos de comunicação, signos formados por um conjunto diversificado de características e funções, que exploram a relação entre indivíduos e elementos históricos; ou seja, o valor do signo resulta da importância dada a o que cada um evidencia. Ele é formado pela relação dinâmica entre as pessoas e os elementos históricos de um lugar. Veja mais Veja a descrição completa
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