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A arquitetura dos edifícios diplomáticos situa-se em um território ambíguo e até certo ponto, contraditório. Procurando equilibrar os imprescindíveis requisitos de segurança e uma máxima abertura e integração com a paisagem, edifícios de embaixadas atuam como símbolos representativos de uma cultura. Em sua essência, edifícios diplomáticos também são concebidos para expressar os principais valores e ideais de uma nação. Atualmente, os projetos de embaixadas necessariamente precisam atender rígidos padrões de segurança, ao mesmo tempo que procuram construir uma conexão física e imaterial com a cultura local específica onde encontram-se inseridos. Nossa atual compreensão sobre o significado de diplomacia tem suas raízes na Itália de meados do século XV. Naquela época, os milaneses enviavam representantes para outras cidades-estados italianas, estabelecendo residências fixas em outros território e portanto, transformando-se nas precursoras daquilo que viria a ser conhecido futuramente como embaixadas ou consulados. As primeiras embaixadas propriamente ditas, construídas com este propósito, foram edificadas em Istambul no início do século XIX. Posteriormente surgiram outras formas de edifícios diplomáticos como chancelarias, consulados e residências. Estruturas representativas de um país em outro território também costumam ser abertas ao público em geral, fornecendo uma série de serviços relacionados à política internacional. Os projetos que apresentaremos à seguir, reformas e construções novas realizadas ao longo dos últimos dez anos, exploram a arquitetura da diplomacia através de uma ótica contemporânea. Veja mais Veja a descrição completa
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