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As plantas e cortes humanizados podem ser entendidos como uma espécie de tradução da linguagem técnica construtiva para uma linguagem mais acessível àqueles não familiarizados ao desenho arquitetônico. Isto é, são responsáveis por levar a escala do homem para o projeto, não apenas por meio da figura humana, mas também pela presença de móveis, texturas e demais aspectos da arquitetura que a humanizam e tornam sua representação mais intuitiva. Menos comuns que as plantas baixas, os cortes humanizados são uma ferramenta não menos importante para a compreensão do projeto de arquitetura. Entre suas formas de representação, há aquela mais técnica, que integra a precisão das especificidades construtivas às possíveis apropriações do espaço, e aquela mais conceitual, que busca representar em duas dimensões o partido arquitetônico em consonância com as possibilidades futuras de vivência do espaço. Ambas são responsáveis por unir as ideias que norteiam o projeto às características do espaço em sua dimensão vivida.  Veja mais Veja a descrição completa
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