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Até os dias de hoje, não se sabe bem ao certo às origens do movimento “tiny” na arquitetura. Entretanto, se formos olhar mais à fundo a história da arquitetura e como nossos modos de vida foram se transformando ao longo do tempo, é possível encontrar algumas pistas sobre as bases e os princípios deste movimento, o qual vem ganhado força dia após dia, questionando os nossos excessos e promovendo um estilo de vida mais flexível e minimalista. Uma destas pistas nos levam ao trabalho desenvolvido pelo Archigram; um coletivo de vanguarda criado nos anos sessenta por Peter Cook, Jhoana Mayer, Warren Chalk, Ron Herron, Dennis Crompton, Michael Webb e David Greene, o qual estabeleceu uma das práticas mais revolucionárias na arquitetura no período do pós-guerra, chamando a atenção de arquitetos e arquitetas do mundo todo. Para apresentar alguns de seus projetos mais conhecidos como a The Plug-In City, a The Walking City e a The Instant City, os arquitetos do Archigram utilizavam uma linguagem gráfica colorida e extravagante, imagens que denunciavam um estilo de vida glamouroso e futurista, como um cenário de um filme de ficção científica, deixando entrever cidades tecnológicas, efervescentes e em constante transformação. Veja mais Veja a descrição completa
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