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O abrigo é uma questão primordial na Arquitetura. As formas de habitar e se relacionar com o espaço no qual vivemos cotidianamente é uma eterna discussão da disciplina que se propõe a trazer uma melhor qualidade de vida, mas também inovar nas questões do morar. Ao agregar outras camadas como especulação imobiliária, uma grande densidade habitacional em centros urbanos, a busca pelo nomadismo ou, até mesmo, a mera vontade de seguir uma tendência, o debate em torno das casas de pequena escala estão cada vez mais presentes. Com isso, nos perguntamos, qual o mínimo de área necessária para viver?  Discussões sobre uma moradia mínima não são uma novidade. No CIAM de 1929, o tema Die Wohnung für das Existenzminimum (habitação para o mínimo nível de vida) já pretendia apresentar resoluções para necessidades biológicas e psicológicas nas construções através de um mínimo. Quase um século depois, sabemos que lidar com o pensamento de um mínimo é um tema ainda polêmico e que deve ser discutido, principalmente por não ser capaz de, muitas vezes, satisfazer critérios do bem-estar ou do desejo de seus usuários.  Veja mais Veja a descrição completa
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