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A casa foi pensada para quatro possibilidades de ampliação, a necessidade de propor alterações que garantam adaptabilidade e a possibilidade dos ocupantes as realizarem com total independência foi uma das premissas. Esta é uma casa que inclui um estúdio fotográfico, com extensões adaptadas a utilizações públicas como workshops e exposições. Numa fase inicial, é proposto um espaço doméstico mínimo, as restantes extensões permanecem latentes na resolução da estrutura, tanto do ponto de vista técnico como espacial. Localizada na periferia da área urbana, a estratégia de ocupação do solo se concentra no arranjo de áreas reduzidas em uma grade modular maior. Um sistema de galerias ou pátios é utilizado como espaço de transição com o objetivo de produzir todo tipo de situações intermediárias possíveis entre o que consideramos espaços puramente interiores e aqueles que são exteriores. Busca-se uma linguagem elementar. O layout funcional privilegia a ampliação de espaços com uma superfície mínima, qualificando-os com múltiplas texturas e possibilidades de uso. O objetivo era definir sistemas estruturais e construtivos para que se tornem oportunidades, espaços de crescimento e transformações. São pensados ​​de forma livre e aberta para permitir futuras concretizações. As instalações devem suportar mudanças e atualizações. O habitante é essencial no processo de projeto, visto que a sua intervenção futura - na concretização do seu habitat - é uma das questões fundamentais para decidir os sistemas construtivos. A casa deveria, portanto, adaptar-se às suas necessidades futuras, passível de melhoria. Veja mais Veja a descrição completa
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