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As Maldivas são comumente vistas como um destino paradisíaco, belo, intocado e idílico. Tudo isso é verdade, especialmente nos resorts mais bem projetados. Estes locais vivem em um delicado equilíbrio com a natureza e são totalmente dependentes do comércio, da tecnologia e do turismo para se sustentar. Assim, quando surgiu a oportunidade de projetar um resort nas Maldivas, os arquitetos optam por encantar os sentidos por meio da educação, conscientização e novos paradigmas de interação com o ambiente físico. Aqui, o paraíso é emocional e intelectualmente experimentado e desfrutado, mas com uma profunda consciência das complexas relações dos ecossistemas que estão sendo habitados. O desejo de baixo impacto e alto retorno experimental foi definido a partir da economia dos custos de construção e operação, e isso impacta também na solução de projeto. O luxo, neste projeto, não é um consumo conspícuo, mas o prazer inteligente e concentrado das belezas da natureza sem um grande número de hóspedes. O isolamento e a privacidade em um ambiente remoto têm um preço mais alto. O hóspede é recompensado não apenas pelo conforto, mas também pelo enriquecimento dos sentidos e pela conscientização. A ilha é cercada por um grande 'recife de casas' e é definida por várias zonas ecológicas distintas: lagoa, praia, litoral e selva. Essas zonas se tornam a base da criação de programas experimentais que orientam os convidados em sua jornada de descoberta e criação de consciência. Cada zona possui atividades de ancoragem únicas: a zona da Lagoa possui um anfiteatro aquático e um spa exclusivo, a zona da praia com dois restaurantes exclusivos, a zona da selva possui um centro de descoberta da natureza e um café pop-up, a zona costeira tem um centro de mergulho e uma barra de assinatura. Veja mais Veja a descrição completa
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