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Arquitetos e arquitetas em geral são pessoas que gostam de falar o quanto influenciam comunidades através de seus desenhos e estão corretos ao dizer isso. Afinal, os espaços junto de diversos fatores sociais influenciam o modo como cada indivíduo se sente ao ocupar a cidade ou um edifício. Mas esses projetos respondem a todos os usuários da mesma maneira? Nos propomos a questionar o modo como a arquitetura lida com a comunidade LGBTQIA+ através de uma chamada aberta em nossos canais das redes sociais, trazendo o depoimento de nossos leitores sobre como eles vivem estes espaços e como seria possível representar, também, a própria comunidade LGBTQIA+ no campo arquitetônico. Esta ação busca apresentar um pequeno panorama que nos ajuda a compreender onde a profissão e a sociedade se encontram atualmente perante pessoas de diversos gêneros e orientações sexuais. Dentro das 87 respostas que recebemos, para as três perguntas realizadas durante o período de 24 horas, elencamos algumas que expõem de forma mais elucidativa a realidade vivenciada por essas pessoas, que, apesar de alguns avanços e ao contrário do que muitos pessoas acreditam, ainda são acometidas por diversas violências e falta de representatividade.  Veja mais Veja a descrição completa
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