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A arquitetura pode ser vista como um dos principais elementos de mediação entre os seres humanos e o espaço. Atravessando uma das mais importantes crises sanitárias do último século e em meio a uma onda de protestos em defesa dos direitos humanos, arquitetos e urbanistas têm a obrigação de pedir a palavra, de assumir a sua parcela de culpa e a sua responsabilidade. Ao conceber os espaços públicos de nossas cidades, é preciso combater as injustiças e promover espaços que promovam a empatia e compreensão entre as pessoas. Ao dar voz as histórias  reprimidas e espaço às comunidades subjugadas, o desenho de um espaço público mais inclusivo é a chave para prover um lugar de reflexão sobre o nosso passado, que por sua vez, nos ajuda a construir um mundo mais justo e equitativo. Espaços de interesse público atuam como a principal ferramenta de expressão  social de uma comunidade, eles preservam as histórias do passado e propõe um espaço de reflexão sobre o nosso próprio futuro. Em tempos de tantas incertezas, catástrofes naturais, mudanças climáticas, crises sanitárias e acima de tudo, brutais atentados aos direitos humanos, espaços de interesse social capazes de resgatar memórias negligenciadas, de conscientização, compreensão e porque não, manifestação, passam a desempenhar um papel ainda mais importante para o futuro de nossa sociedade. Os seguintes projetos e artigos propõe uma reflexão sobre as muitas das crises que estamos atravessando, evidenciando a responsabilidade dos arquitetos ao construir espaços sociais. Veja mais Veja a descrição completa
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