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Atualmente a construção de cidade humanizadas parte do pressuposto da participação popular plena, como preveem as políticas públicas nacionais institucionalizadas no Estatuto da Cidade. Mas é visível que os mecanismos, em grande parte, são voltados para os adultos, deixando crianças e jovens às margens do processo de participação e tomada de decisões.  No entanto, essas gerações deveriam estar intimamente envolvidas na participação e tomada de decisões acerca da cidade e do seu planejamento, contribuindo para maior engajamento social, além de contribuírem com ideias e perspectivas para desenvolver o caráter cívico e senso de pertencimento ao lugar. As crianças configuram importante parte da sociedade e são afetadas diretamente pelas decisões tomadas, portanto, deveriam ter assegurado seu direito de participação na tomada dessas decisões. Além disso, crianças e jovens tem necessidades, anseios, percepções e vivência dos espaços da cidade através de uma ótica diferente dos adultos.  Veja mais Veja a descrição completa
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