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Existem elementos estranhos de conexão que fazem parte desse fenômeno de distanciamento social: não apenas o mundo inteiro o está exoperienciando simultaneamente, mas também parecemos compartilhar um momento global de conscientização de que algo único está ocorrendo – algo que exige ser documentado e entendido. Movidos por esse impulso e sob a orientação da fotógrafa e professora Erieta Attali, 16 estudantes da Cooper Union exploraram, através da fotografia, sua vida cotidiana agora governada pelo isolamento e pelo distanciamento social. Os registros mostram realidades distintas, específicas de onde os alunos estão passando o período de quarentena.  A premissa deste exercício era simples e, de algum modo, também complexa: a fotografia não é apenas uma técnica ou um método de documentação; é antes de tudo uma maneira de ler visualmente nosso ambiente, examinar nosso relacionamento com a terra, a vida pública, a arquitetura e sua interação. A fotografia é uma maneira de ver, mas também uma escolha do que ver e como ver. Veja mais Veja a descrição completa
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