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Quando se é internado no hospital, entra-se numa experiência de angústia e incertezas. No momento em que sobreviver é o único objetivo, atributos estéticos parecem irrelevantes e a análise da ambiência do espaço hospitalar pode parecer um capricho inoportuno. Entretanto, estar numa Unidade de Terapia Intensiva pode ser ainda mais aflitivo se o paciente não tem uma janela que indique se é dia ou noite. Ou quando, no momento da triagem do primeiro diagnóstico, a pessoa passa por corredores estreitos e uma sequência de saletas fechadas para os primeiros contatos com plantonistas e enfermeiros: um verdadeiro labirinto. Não precisaria ser assim, mas esta é a realidade da grande maioria dos hospitais no país, desde os públicos até muitos particulares que atendem a caros planos de saúde. Com um certo grau de casualidade, em meio à crise do coronavírus, será inaugurado no próximo dia 14 de maio o mais notável projeto hospitalar público no país em mais de uma década. O Brasil já teve um know-how de excepcionais centros de saúde concebidos por grandes projetistas como João Filgueiras Lima (Lelé) e Jarbas Karman. Agora, a excelência arquitetônica é retomada no Hospital de Urgências de São Bernardo do Campo, de autoria do arquiteto Angelo Bucci e seu escritório SPBR. Veja mais Veja a descrição completa
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