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Este artigo é um exercício de observação e análise das diferentes formas de ocupação e uso do solo em tecidos urbanos informais ou autoproduzidos nos arredores de Luanda, e sua relação com o centro urbano consolidado da capital angolana. Luanda, com quase 10 milhões de habitantes, um terço da população de Angola, viu sua infraestrutura ficar defasada em relação ao vertiginoso crescimento urbano resultado do êxodo rural. O aumento da população gerou bairros informais, musseques, espraiados horizontalmente, sem quaisquer plano de ocupação, que gravitam em torno do centro urbano.  Musseque, nome que deriva de uma língua local “Kimbundu” que significa terra vermelha, são bairros periféricos suburbanizados, ou de urbanização progressiva, que podem ser classificados em ordenados, passíveis de se ordenar com instrumentos de ordenamento do território, ou desordenados, de difícil ordenamento face a sua densa e caótica ocupação. Ainda mais agora com a Pandemia do COVID -19 redobram-se as preocupações face a excessiva densidade populacional e falta de saneamento básico. Veja mais Veja a descrição completa
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