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Um dos problemas estruturais da sociedade brasileira é o crescimento excessivo da mancha urbana das cidades, comumente denominado de “espraiamento”, que resulta em uma ocupação urbana de baixa densidade. Essa ocupação dispersa dificulta a provisão de serviços públicos e compromete a qualidade de vida dos moradores, pois não gera demanda suficiente para o transporte de massa e induz à adoção do automóvel particular como modo de deslocamento. Para reverter esse quadro, a política urbana procura aumentar a densidade da cidade existente, seja construindo edificações novas nos lotes ociosos, seja recuperando edificações degradadas nas áreas centrais. No entanto, tal como atualmente concebida, a política habitacional favorece o espraiamento urbano. O paradigma da casa própria O chamado “sonho da casa própria” sintetiza a forma como a sociedade brasileira acostumou-se a considerar o problema habitacional. Há uma suposição implícita de que toda família deveria ser proprietária do imóvel em que vive, cabendo ao Estado assegurar esse direito. Veja mais Veja a descrição completa
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