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O Aeroporto Internacional de Florianópolis passou por processo de privatização em 2017. As demandas do atual operador levaram à concepção de um terminal com dois níveis operacionais (embarque e desembarque) e dez pontes de embarque. Esta estrutura, inteiramente nova, foi implantada ao lado oposto à pista principal – em território sem ocupação precedente – de modo a permitir que o terminal existente fosse desativado. Para viabilizar sua implantação, do denominado lado terra, foram desenhados novos acessos a partir da cidade e novas áreas de estacionamento. Do lado ar foram construídas novas pistas de taxiamento e um novo pátio de aeronaves. O programa do novo terminal então foi organizado em dois blocos compondo um “T”. O processador abriga as áreas administrativas e os saguões de desembarque e embarque – este último com pé direito generoso, sem a intervenção de pilares e com uma parede revestida de freijó inclinada para permitir a passagem de tubulação de ar condicionado. A grande cobertura de estrutura metálica e desenho inspirado na geometria aeronáutica confere unicidade a este bloco, além de, através de aberturas zenitais concebidas a partir de subtrações e dobras no plano, permitir a entrada de luz natural. Seus rasgos foram estrategicamente posicionados sobre os balcões de check-in e sobre o jardim com espécies nativas de vegetação. O jardim faz a mediação entre o meio-fio de embarque – protegido de intempéries pela cobertura em balanço de 17,5m – e o interior do processador. Um vasto plano de vidro cruza essa vegetação e permite que a paisagem catarinense adentre o terminal. Veja mais Veja a descrição completa
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