Ampliar imagem | Tamanho original
Passou-se o tempo em que usinas de energia eram vistas com certo ceticismo, estruturas construídas em “terra de ninguém”, afastadas dos centros das cidades por suas características estéticas “pouco agradáveis” além de representarem um risco à saúde das pessoas. A construção de termelétricas e usinas nucleares, por exemplo, foram construídas pela necessidade de impulsionar o desenvolvimento econômico ao redor do mundo. Estruturas pensadas apenas para serem eficientes e práticas. Entretanto, o desenvolvimento de novas tecnologias para a produção de  energia limpa e renovável tem provocado uma série de mudanças ideológicas, as quais, estão impulsionando uma nova abordagem. Ao longo das últimas décadas porém, o crescimento exponencial das áreas urbanizadas fez com que as cidades chegassem até estas áreas anteriormente desabitadas, incorporando tais infra-estruturas no espaço urbano e no dia-a-dia de seus habitantes. Por outro lado, o desenvolvimento de novas tecnologias e o surgimento de soluções alternativas – e mais sustentáveis – de produção de energia, provocou uma transformação na maneira com que o espaço urbano – e seus habitantes – se relacionam com tais infra-estruturas. Enquanto as usinas termelétricas e estruturas similares eram vistas como objetos monumentais, sórdidos e cinzentos, os quais deveriam estar o mais longe possível do centro das cidades, as novas infra-estruturas de produção de energia limpa são vistas com bons olhos pelos cidadãos das cidades contemporâneas, funcionando até como mecanismos de transformação sócio-espacial. Veja mais Veja a descrição completa
Compartilhar Compartilhar