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“Que não me cortem uma única árvore”. Assim teve início a primeira reunião de projeto e definição do programa de necessidades. Um terreno longínquo, tomado por Pequizeiros, Angicos, Maminha de Porca, Maria Preta, e inúmeras outras árvores nativas do cerrado, foi a base de implantação para a construção de uma casa térrea, com planta livre, com máxima integração entre o dentro e fora, e com um orçamento reduzido, pronta a receber uma jovem família contemporânea e sua conformação. Um pavilhão em estrutura metálica independente 45x8,2, em módulos que, hora são quartos, hora são áreas comuns, tem como centro distribuidor uma sala de estar com grandes aberturas envidraçadas voltadas às fachadas frontal e posterior. O partido possui assumida inspiração no programa “Case Study Houses” e a forma de pavilhão serviu como meio de implementação dos princípios de adequação da arquitetura (criação de sombreamento e ventilação cruzada) às condições climáticas severas do Centro Oeste brasileiro, extremamente quente e seca durante grande parte do ano, e com chuvas intensas em alguns meses. Veja mais Veja a descrição completa
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