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Seres humanos geralmente se sentem física e emocionalmente confortáveis em determinados tipos de espaços públicos. Há aqueles que preferem ler um livro na varanda de um café, outros preferem estar sentados em um sofá aconchegante no salão de beleza ou aguardando o trem na estação. Fato é que alguns espaços, ainda que longe de casa, tendem a incitar uma sensação muito parecida com aquela que experimentamos no aconchego do nosso lar. Através da psicologia ambiental aplicada à arquitetura, os fatores espaciais que contribuem para a sensação de conforto passaram a ser mais tangíveis, e agora, arquitetos e designers podem contar com a ajuda de especialistas para desenvolver projetos e espaços mais confortáveis e agradáveis. Audrey Gray, da Metropolis Magazine, decidiu ir até um café para observar como as pessoas se comportam depois de entrar em contato com o trabalho da psicóloga ambiental Stephani Robson, e para tentar entender melhor o que a psicologia ambiental pode ensinar aos arquitetos, ou de que forma ela pode nos ajudar a compreender melhor a maneira como percebemos o espaço. Robson, professora da Cornell University, estuda como os espaços afetam os sentimentos e comportamentos das pessoas e tudo aquilo que pode contribuir com a nossa sensação de conforto ou desconforto. A psicóloga avalia as tendências de comportamento observando por horas as pessoas em determinados tipos de espaços públicos, analisando as suas reações de acordo com determinadas variáveis. Veja mais Veja a descrição completa
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