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Fábricas, abatedouros, gasômetros, conventos, torres de água e estações ferroviárias são alguns exemplos de estruturas que podem ter permanecido no tecido urbano das cidades com o passar dos anos, ainda que tenham perdido seu uso original. A reutilização de uma edificação preexistente para novos usos é o que ficou conhecido como reuso adaptativo - do inglês adaptive reuse. Ainda que não tenha sido uma concepção contemporânea, a prática vem sendo muito adotada nos últimos anos como estratégia para lidar com os espaços de forma mais econômica, sustentável, prática e eficiente. Com o crescimento acelerado das cidades, emergem algumas questões urgentes como parcelamento do solo e controle e distribuição da densidade urbana. Em cidades como São Paulo, a grande demanda por habitação encontra espaço em edifícios que perderam seu uso original: existem cerca de 70 prédios abandonados no centro da capital, habitados irregularmente por 4 mil famílias por meio das ocupações, segundo a revista Exame. Dados como esse demonstram que existe uma desproporção em relação à demanda por novos usos e quantidade edifícios disponíveis para tal, situação que acontece também em outras cidades no mundo.  Veja mais Veja a descrição completa
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