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Ao tomarmos a arquitetura como a atividade que modifica o sítio natural e o transforma em um ambiente apropriado para o convívio humano – seja com um prédio ou a urbanização de um território – podemos compreender a ação do arquiteto como algo que deve servir às pessoas. Invoca-se, nesse sentido, o conceito histórico do humanismo e do republicanismo – a coisa pública, no latim. Para que a arquitetura passasse a ter o reconhecimento com a principal arte/técnica, na cultura greco-romana, foi necessário naturalizar a noção de que a sociedade e a cultura são moldadas também pela relação das pessoas no espaço. Ou seja, a boa arquitetura poderia beneficiar as pessoas. Por exemplo, a construção da Ágora ateniense, local dos encontros e das trocas, prefigurava nossas atuais praças e espaços de convivência pública – tal como ocorre no importante vão do MASP na cidade de São Paulo. Veja mais Veja a descrição completa
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