Ampliar imagem | Tamanho original
Este artigo foi originalmente publicado pelo CommonEdge como "Notre-Dame and the Questions It Raises About Sacred Space." Foi como assistir a alguém morrer.  Enquanto a Catedral de Notre-Dame ardia em chamas no último dia quinze de abril, centenas de pessoas rezavam ajoelhadas pelas ruas de Paris e outras milhões de pessoas o faziam desde suas casas, prostradas em frente a televisão. Um aflição que tomou conta do coração de milhões de fiéis, justamente durante a "semana santa", aquela que é considerada a principal celebração do calendário religioso cristão, entre o domingo de ramos e o domino de páscoa.  Para aqueles que, como nós, inspiram e respiram arquitetura todos os dias, foi como se de repente todo o mundo só se importasse com ela. Muito além da religião em si, iniciou-se um debate muito abrangente sobre as condições da própria arquitetura. Nos jornais e nas ruas só se falava disso. Historiadores foram chamados ao vivo nos principais canais de televisão para falar sobre a importância desta obra de arquitetura, pessoas que nunca tinham ouvido falar em contrafortes ou gárgulas publicavam suas angustias em todos os tipos de mídias sociais. Imediatamente, criou-se uma rede de milhões e milhões de pessoas que comentavam e discutiam o destino de uma das mais importantes obras de arquitetura do último milênio. Finalmente, parecia que a arquitetura era capaz de transcender questões religiosas para ser defendida e exaltada por uma comunidade muito mais ampla e diversa. Veja mais Veja a descrição completa
Compartilhar Compartilhar