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A Pontifícia Universidade Javeriana, a partir da organização de um concurso, queria um edifício que integrasse seu campus com a cidade, para que ele funcionasse como acesso e oferecesse uma nova cara na Carrera Séptima, artéria vital da cidade de Bogotá, Colômbia. O volume do edifício já estava indicado no plano diretor existente para o campus, mas repetia a mesma condição negativa de todos os edifícios perimetrais do conjunto ao agir como uma barreira impermeável. Por outro lado, uma rotatória veicular foi respeitada no lado sul, já que deveria funcionar como um espaço de vagas. A primeira apresentação, que ignorou as regras do concurso, anulava esta rotatória, estendendo o lote do edifício até a Rua 40. Ao fazer isso, o espaço de vagas se integrava ao primeiro pavimento do edifício de forma alongada e com áreas que cumpriam uma função de acolhimento. A segunda operação foi fragmentar o corpo do volume em três componentes programáticos para receber duas aberturas que permitiam a passagem de perspectivas que vinculam a cidade, o campus e as montanhas. A terceira premissa foi ampliar a plataforma existente para que pudesse acolher a todos os cidadãos e aos estudantes. Um espaço generoso de pé-direito duplo que apresenta cavidades e que permite a entrada de luz natural no subsolo. A quarta proposta foi gerar um espaço cívico com cafés no quinto pavimento, uma condição pensada como modelo a se reproduzir futuramente em todo o campus para compensar a redução sistemática de espaços cívicos por conta do crescimento acelerado da instituição. Veja mais Veja a descrição completa
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