Clássicos da Arquitetura: Museu de Arte Moderna, Gunma / Arata Isozaki

Clássicos da Arquitetura: Museu de Arte Moderna, Gunma / Arata Isozaki

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Takasaki-shi, Japão

Descrição enviada pela equipe de projeto. Considerado uma das maiores obras-primas de Arata Isozaki, o Museu de Arte Moderna, Gunma, é um testemunho da ideologia arquitetônica de Isozaki e representa o resumo de suas conquistas. A forma é uma declaração conceitual sobre o vazio e o enquadramento.

 

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via Arata Isozaki

Utilizando um cubo de 12 metros como uma forma metafórica expressando-se como uma moldura, Isozaki transformou o museu em um palco para exibir e isolar as obras de arte.

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O uso de um cubo puro por Isozaki torna o edifício sem peso e desmaterializa a arquitetura. Nenhuma dimensão tem hierarquia dentro do cubo e, portanto, a quietude e o repouso se manifestam dentro da estrutura. A igualdade de todos os componentes deteriora a noção de que quaisquer forças estão agindo sobre as formas cúbicas, e os quadrados de alumínio que recobrem a fachada escondem a estrutura para aludir ainda mais a uma figura sem peso.

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A estrutura cúbica do museu cria uma estrutura tridimensional em torno de cada espaço, isolando metaforicamente a arte do Parque Gunma-no-mori. Assim como uma moldura isola uma imagem de seu contexto, a estrutura espacial do museu separa os espaços interiores da paisagem e os dedica apenas à arte.

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O projeto minimalista também pretendia impedir a arquitetura de competir com as exposições e criar um vazio à reflexão. Em vez de se neutralizar, o museu tornou-se inevitavelmente sua própria obra de arte.

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No eixo com a entrada principal, uma escada monumental ergue-se entre fileiras de cubos de 12 metros em direção ao auditório do segundo pavimento e espaços expositivos. Duas paredes de mármore reflexivas encerram os degraus e os expulsa ao infinito. Dentro da fileira de cubos a leste da escada principal fica o salão principal.

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No final do corredor, uma escultura de mármore remete a uma série de degraus. No entanto, estes são muito altos para escalar. À medida que a parede à direita converge a distância, a borda inclinada e o tamanho desproporcional da escultura consolida a perspectiva e a joga de volta no observador. Esta experiência dinâmica dos módulos espaciais do museu retrata o conceito dramático de que cada espaço é um palco para a obra de arte.

A primeira etapa do Museu de Arte Moderna, Gunma, foi concluída em 1974. Neste ponto, o museu sugeriu uma simetria bilateral com as divisões A:B:C:C na forma cúbica. O padrão na fachada cria uma simetria que é então implícita na forma, mas não foi literalmente concluída.

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Projetando um bloco B:A adicional, uma divisão teria cumprido a simetria, no entanto, na segunda fase em 1994 houve a quebra dessa simetria. Isozaki não pôde adicionar mais duas seções ao lado oeste do museu devido a restrições do terreno, e em vez disso adicionou apenas um cubo de 12m à equação. Este cubo possui um teatro giratório no segundo pavimento que rompe a fachada de vidro e neutraliza a simetria produzida pela fachada padronizada.

Galeria do Projeto

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Localização do Projeto

Endereço:Takasaki, Gunma Prefecture, Japan

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Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato.
Sobre este escritório
Cita: Metcalf, Taylor. "Clássicos da Arquitetura: Museu de Arte Moderna, Gunma / Arata Isozaki" [AD Classics: Museum of Modern Art, Gunma / Arata Isozaki] 04 Ago 2011. ArchDaily Brasil. (Trad. Pereira, Matheus) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/912586/classicos-da-arquitetura-museu-de-arte-moderna-gunma-arata-isozaki> ISSN 0719-8906

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