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Há diferentes maneiras de organizar a implantação de uma residência em um lote. Junto aos limites laterais, recuada do fundo ou de um dos lados, alinhada à rua ou recuada, ou, ainda, isolada no terreno. Para cada estratégia, qualidades e insucessos. Em glebas de pequena dimensão, um modo interessante de implantar a casa, ao menos em relação à insolação e ventilação dos espaços, é criando pátios. Frequentes na arquitetura árabe e, consequentemente, na da Península Ibérica, ocupada por mouros entre os séculos VIII e XV, os pátios garantem a salubridade dos espaços domésticos e, para além de aspectos puramente funcionais, um lugar de resguardo. Na arquitetura brasileira, precisamente a paulista, começam a aparecer na produção dos anos 1950 e na década seguinte ganham um significado político; enquanto Artigas defendia a ideia de se produzir "cidades como casas, e casas como cidades", os pátios ofereciam aos habitantes das residências da época um "espaço de convite ao sonho" [1]. Veja mais Veja a descrição completa
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