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Enquanto muitos arquitetos pensam em janelas para iluminar os espaços internos, Norman Foster fica intrigado com a luz natural vinda de cima. O famoso arquiteto britânico sempre admirou a obra de Louis Kahn e Alvar Aalto pela forma como lidavam com a luz natural - especialmente no que diz respeito à cobertura. Em particular, grandes edifícios públicos beneficiam-se desta estratégia para criar espaços agradáveis. Portanto, Foster considera a luz natural indispensável quando desenvolve megaestruturas para aeroportos ou arranha-céus corporativos. Mas a luz natural que vem de cima é muito mais do que uma dimensão estética, observa Foster: "Além das qualidades humanísticas e poéticas da luz natural, há também implicações energéticas". Na época em que Foster projetou o aeroporto de Stansted, os elementos arquitetônicos típicos da tipologia incluíam dutos no teto, forros suspensos, unidades de ar-condicionado no teto e iluminação fluorescente. Em suma, muita redundância estrutural e de manutenção e muito pouca luz natural. No entanto, o telhado de Stansted é singular. "Seu design é dedicado à luz natural", explica Foster "com uma proporção de superfícies envidraçadas para deixar entrar a luz do sol e 'refletores de luz' no interior que a refletem de forma escultural no teto. À noite, a luz artificial reproduz o mesmo efeito." Veja mais Veja a descrição completa
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